Samba do Sino

A Roda surge da necessidade em manter acesa a chama da Cultura Popular Brasileira, trazendo a tona histórias que são cantadas através de sambas tradicionais de todo o território nacional, da velha guarda aos novos compositores, pois o Samba Presente Não Esquece o Passado, deixando prevalecer o sotaque do samba paulista, do rural ao urbano. O Sino surge devido à dificuldade em encerrar o Samba às 22h, pois é realizado em bairro residencial. Surge a idéia de se utilizar um sino para indicar o final do samba. Ai começaram a dizer: –“Vamos naquele samba, aquele que o cara toca o Sino...” Assim acaba-se adotando o nome Samba do Sino. Houve a aceitação e respeito geral e assim se conveniou tocar o Sino para começar e para terminar o Samba.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Wilson Simonal aniversário nascimento em 23 de fevereio



 Wilson Simonal de Castro (Rio de Janeiro, 23 de fevereiro de 1938 — São Paulo, 25 de junho de 2000) foi um cantor brasileiro de muito sucesso nas décadas de 1960 e 1970, chegando a comandar um programa na TV Tupi, "Spotlight", e dois programas na TV Record, "Show em Si... Monal" e "Vamos S'imbora", e a assinar o que foi considerado na época o maior contrato de publicidade de um artista brasileiro, com a empresa britânica Shell.

Cantor detentor de esmerada técnica e qualidade vocal, Simonal viu sua carreira entrar em declínio após episódio no qual teve seu nome associado ao DOPS, envolvendo a tortura do seu contador Raphael Viviani. O cantor acabaria sendo processado e condenado por extorsão mediante sequestro, sendo que, no curso deste processo, redigiu um documento dizendo-se delator, o que acabou levando Simonal ao ostracismo e a condição de pária da música popular brasileira.

Seus principais sucessos são "Balanço Zona Sul", "Lobo Bobo", Mamãe Passou Açúcar em Mim, "Nem Vem que não Tem", "Tributo a Martin Luther King", "Sá Marina" (que chegou a ser regravada por Sérgio Mendes e Stevie Wonder, como "Pretty World"), "País Tropical", de Jorge Ben, que seria seu maior êxito comercial, e "A Vida É Só pra Cantar". Simonal teve uma filha, Patrícia, e dois filhos, também músicos: Wilson Simoninha e Max de Castro.

O Contrato com a Shell e o último Alegria, Alegria

Ricardo Amaral, um empresário carioca, resolve promover uma turnê de Sérgio Mendes no Brasil. Fala com a Shell atrás de patrocínio e consegue agendar 17 shows a serem realizados em 20 dias, por todo o país, com cachê de 1 milhão de dólares por apresentação para o artista. O contrato incluía uma apresentação a ser gravada e transmitida pela TV Tupi, no Clube Monte Líbano, e uma apresentação a preços populares no Maracanãzinho, a última da turnê. Pelo tamanho do Maracanãzinho, o show foi "engordado" com outras atrações como Jorge Ben, Marcos Valle, Gal Costa, Maysa, Milton Nascimento, Os Mutantes, Gracinha Leporace, Pery Ribeiro e Wilson Simonal. Caso sobrassem ingressos eles serim comprados pela Shell e utilizados em promoções nos seus postos de gasolina.

Ficou acertado que Simonal faria o show que antecederia ao de Sérgio Mendes com os grupos Brasil '66 e Bossa Rio. No dia 5 de julho de 1969, trinta mil pessoas lotavam o Maracanãzinho, não tendo sido necessária a compra dos ingressos pela empresa patrocinadora. O destaque negativo do show era o som dos Amplificadores que eram engolidos pelo barulho que vinha da platéia. Simonal entrou nervoso já que nunca tinha tocado para um público tão grande e, além do mais, para ele e sua banda aquele público estava ali para ver Sérgio Mendes. Mas o que aconteceu viraria notícia em toda a imprensa no outro dia: Simonal tocou seis ou sete músicas - apenas hits - e foi ovacionado, com a platéia cantando junto com ele durante todo o show, além de ter divido o público em vozes tal como fazia no seu antigo programa de tv durante "Meu Limão, meu Limoeiro". O sucesso foi tanto que, quando o show terminou, Simonal desmaiou no camarim.

Foi nesse clima que Sérgio Mendes subiu ao palco e iniciou sua apresentação. Quando começou a tocar "Pretty World" (sua versão de "Sá Marina") o público delirou. Entretanto, quando as vocalistas de sua banda começaram a cantar a letra em inglês, a platéia começou em coro a gritar "Simonal! Simonal!". Somente quando o cantor subiu ao palco para cantar "Sá Marina" o público sossegou. Sérgio Mendes acabaria sendo muito aplaudido quando tocou sua versão de Mas que Nada. A cobertura da imprensa foi extremamente favorável a Simonal, enaltecido mais do que Sérgio Mendes por alguns (como Nelson Motta no jornal Última Hora). O Pasquim tripudiou em cima de Sérgio Mendes, considerado vendido pelo tablóide, e publicou que Simonal "jantou" o músico niteróiense.

O impacto do show foi tão grande na cúpula de marketing da Shell, que estava assistindo a tudo no Maracanãzinho, que Simonal passou a ser sondado para assinar um contrato como garoto propaganda da companhia. Enquanto estava em conversações com a empresa, o cantor lançou o que viria a ser o seu maior sucesso comercial, País Tropical. Simonal conheceu a canção quando foi levado por Jorge Ben para assistir a um show de Gal Costa, com quem Jorge Ben estava tendo um caso. Lá o cantor viu Gal cantar "País Tropical" e, ignorando a preferência dada por Jorge Ben para a cantora gravá-la, arrastou-o para o estúdio para mostrar a canção a sua banda. Simonal fez grandes modificações na música, cortando estrofes inteiras, introduzindo menções ao slogan da Shell na época ("algo mais") e inventando um bis para a música no qual cantava-se apenas a primeira sílaba das palavras, criando o célebre termo "patropi", utilizado até hoje para referir-se ao Brasil. Fonte Wikipédia

Assista vídeo:

Tia Ciata - "A Mãe do Samba"

"TIA CIATA", MÃE DO SAMBA...

" O samba é o mais belo documento da vida e da alma do povo brasileiro". (Rosane Volpatto-extraído do Texto SAMBA, SABOR DO BRASIL) Um grande abraço ao nosso patrono PAULINHO DA VIOLA. (Veja mais na página História do Samba)
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Pelo Fim da Ordem dos Músicos do Brasil !

Abaixo-Assinado Eletrônico pelo direito ao livre exercício da profissão de músico:

Participe você também, leia matérias neste blog.

Para assinar eletrônicamente:

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Paulinho da Viola- Entrevistado pelo programa Memória do Rádio

PAULINHO DA VIOLA - O Nosso Patrono

O Verso "Quando penso no futuro não esqueço meu passado" é creditado por Paulinho da Viola, em "Meu tempo é hoje", como sintese de sua obra, de sua vida. Recolhido de sua "Dança da Solidão"(72). (Pedro Alexandre Sanches - Folh aOn Line - 11/04/2003)

"Eu não costumo brigar com o tempo" afirma Paulinho da Viola (em 09/12/2004 - Folha On line)

"A música de Paulinho da Viola representa um universo particular dentro da cultura brasileira. Experimentá-la é reconhecer que a identidade cultural brasileira não é única, há sempre algo mais." (extraído do site de Paulinho da Viola)

A Obra de Paulinho da Viola já foi tema de livros, trabalhos acadêmicos, gravações e documentário. Em fase de finalizações, se encontra um Documentário realizado pela VideoFilmes com direção de Isabel Jaguaribe e roteiro de Zuenir Ventura. (Confira mais na página - PAULINHO DA VIOLA - Vídeos e muito mais)

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AGENDA CULTURAL DA PERIFERIA

A Ação Educativa é uma organização não governamental sem fins lucrativos que desenvolve a apóia projetos voltados para a educação e juventude, por meio de pesquisas, formação, assessoria e produção de informações. Mantém em sua sede o espaço de Cultura e Mobilização Social, aberto ao público, que promove regularmente atividades de formação, intercâmbio e difusão cultural. Vale a pena acessar : http://www.acaoeducativa.org.br/

Confira As Comunidades de SAMBA divulgadas.
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Samba do Sino comemora primeiro ano na noite de 15/12/2009 com história do samba

O Movimento Cultural Samba do Sino comemerou 01 ano de vida no último dia 15/12/2009, e presenteia os moradores da cidade com histórias que contam a evolução do samba no Brasil. A proposta nasceu com a idéia de resgatar esse pedaço da cultura popular. (Vanessa Coelho - Guarulhos Web 15/12/2009)