Samba do Sino

A Roda surge da necessidade em manter acesa a chama da Cultura Popular Brasileira, trazendo a tona histórias que são cantadas através de sambas tradicionais de todo o território nacional, da velha guarda aos novos compositores, pois o Samba Presente Não Esquece o Passado, deixando prevalecer o sotaque do samba paulista, do rural ao urbano. O Sino surge devido à dificuldade em encerrar o Samba às 22h, pois é realizado em bairro residencial. Surge a idéia de se utilizar um sino para indicar o final do samba. Ai começaram a dizer: –“Vamos naquele samba, aquele que o cara toca o Sino...” Assim acaba-se adotando o nome Samba do Sino. Houve a aceitação e respeito geral e assim se conveniou tocar o Sino para começar e para terminar o Samba.

segunda-feira, 28 de março de 2016

Samba Acadêmico na Web Rádio 28-03-2016 Hermínio Bello de Carvalho



Samba Acadêmico dia 28-03-2016. 21 horas - homenageia Hermínio Bello de Carvalho e suas Parcerias: Pixinguinha, Cartola, Jacob do Bandolim, Ivone Lara, Mauricio Tapajós, Chico Buarque, Elton Medeiros, Paulinho da Viola. Tem também o chorinho de Altamiro Carrilho. Os Grandes Sambas de Paulo Vanzolini, Raul Torres, Carlinhos Vergueiro, Germano Matias, Eduardo Gudin, Germano Matias. Os Novos sambistas: Delei Martins, Robson Capela, Chocolate da Vila Maria, Dodô Andrade, Família Macambira, Jonathan Silva, Pagode da 27, Marcelo Menezes e Dobrando a Esquina. E muito samba com Cristina Buarque.


O que:- Samba Acadêmico com Carlos J Fernandes Neto
Quando:- 28-03-2016
Horário:- 21 horas

Onde:- www.webradiomusicalivre.com.br

Samba do Sino toca no Programa Brasil Pandeiro da Rádio Educadora BA com Jonga Lima

Jonga Lima e o programa Brasil Pandeiro do dia 06-03-2016 prestigia o samba de São Paulo tocando Samba do Sino.

sábado, 26 de março de 2016

Adeus ou até breve Dona Teka, minha sogra!



Se estivesse neste plano neste momento não gostaria desta expressão “até breve” após o passamento. Não haveria reprimenda, mas não acreditava. Em certa ocasião minha filha Bia – a segunda, perguntou algo sobre vida após morte em sua presença, foram dois momentos, o de entender as suas convicções e depois esclarecer junto a Bia. Em nossa casa a religiosidade nunca foi imposta, mas sempre apresentada de forma aberta e com muita liberdade de escolha.

Mas isto nunca impediu de um grande enlace familiar, eu adotado e respeitado como genro. Pessoa singular, de atitude plural. Nascida de um negro com descendente de índio. A maravilha da miscigenação da cor brasileira. A mãe de minhas filhas e estas mesmas com a beleza morena. Minha primeira filha Gabriela tem um pouco mais dos traços morenos.

Tenho certeza que no começo deve ter sido um pouco complicado. Um cara cabeludo, ator de teatro com momentos de poeta. Mas logo a coisa se acomodou. Afinal tivemos tempo para as coisas se acomodarem, afinal quem aguenta 09 anos de namoro não é mesmo. Talvez o fato de ter a mesma idade de sua filha que morreu ainda bebe tenha aproximado, mas não foi só isto, acredito de verdade, fui acolhido isto sim.

Lembrar neste momento nos conforta, e realmente os momentos bons e agradáveis superam em número e grau qualquer outro, mesmo que não me lembre dos momento maus terem ocorrido.

Certa ocasião, alugamos uma Kombi para uma viagem a São José do Barreiro para visitar seus familiares. Há comprovações que existe um parentesco com o técnico de futebol Wanderlei Luxemburgo e seus familiares do vale do paraíba. Perua lotada partimos para a tal cidade, que resumia-se a praça, a igreja e o bar da esquina. Aconchegante. A casa na realidade era um baita de um casarão digno das famílias mais abastadas, apesar de família humilde. Nesta viagem aconteceu meu desconforto. No dia seguinte ao da viagem fomos ao rio, pouco maior que um córrego, havia uma quedas d’água, água gelada, todos entraram menos eu o mister “prego”, martelo sem cabo, fui aprofundar minhas aptidões de descobridor e me meti pela estrada seguindo o rio e me maravilhei com a calmaria e a beleza deste riozinho. Me contagiei de tal forma que perdi um pouca a noção da hora.

Bom voltei para o local de chegada e para minha surpresa, todos se foram, perua, cunhados(as), namorada, sogra e meus chinelos. Imagine andar em estrada de terra batida cheio de pedregulhos com e pés descalços, não se pode esquecer que o sol estava a pico e quente pra dedeu. Bom o jeito foi seguir caminhando. Mas quem tem sorte não morre pagão. Por coincidência um carro passou e me ofereceu carona, logo aceita. Por fim eles também faziam teatro na cidade do Rio de Janeiro e não foi difícil entrosar. Bom chegamos na cidade, e fomos para o bar da esquina tomar algumas cervejas com alguns petiscos e jogar conversa fora. Caramba lá o tempo não passa, e cerveja pra dentro. Depois de muito tempo deram por minha falta e me encontraram no bar...bebendo...imaginam as caras feias. Eu bebia e meus cunhados a seco. Muito cômico.

A noite foi outra aventura. Casa antiga sem forro, direto na telha. Acordamos com o voo do pequeno batimam. Muitas árvores no quintal, e muitos morcegos também. Aventura.

Muitos foram os bate e voltas. Campos do Jordão foi o campeão. Parávamos na estrada, as 6horas da manhã para comer buraco quente. Pãozinho francês sem miolo com carne moída, café de garrafa térmica, leite...era o café da manhã. Tinha frios, manteiga, mas o escolhido era o tal do buraco quente. Fomos também a Monte Verde, colonizado pelo mesmo desbravador da cidade de Campos. Aliás quase entramos bem, minha sobrinha Natália – hoje com dois filhos, era bebezinha ainda, Dona Teka, os pais de Natália e a filha de Dona Teka. Inventamos de subir até uma tal de pedra do baú. Brincadeira, levamos pelo menos 2 horas para subir. Experiente que éramos só percebemos que nem água havíamos levado na aventura. Hoje reconheço que foi um total desequilíbrio, pois o caminho era um buraco no chão que corria pelo mato, e de vez em quando um pedaço de pau fincado no chão com um copo plástico na ponta com uma flecha desenhada indicando o caminho.

E quando de certa forma a forcei a andar de avião. Pois é. Após três meses do nascimento de Bia, a levei para conhecer uma fazenda de um amigo na cidade de Correntina – Gerais da BA. O lugar longe. Primeiro se vai até Brasília, chega-se pela manhã. Aguarda-se até a tarde para a saída do ônibus para Correntina. Este coletivo corta Goiás, e depois enfrentamos 500 km de estrada de terra, terra mesmo. Em certos locais a erosão era tão grande que o ônibus entrava dentro. Lá que descobri um tal de cajuzinho que dava no meio do agreste, pequeno mas nçao amarrada de nada.

No retorno quando estávamos já em Brasília, rumamos direto para o aeroporto, Dona Teka nada perguntou mas se via em seus olhos. Não iria aguentar a viagem de volta a São Paulo em outro ônibus, e todo sujo de poeira. Comprei duas passagens de avião e disse “Bom é agora Dona Teka”. E ela viajou de avião pela primeira vez.


Ficaria aqui divagando por várias laudas, pois gostava, aliás gosto mesmo de Dona Teka, minha sogra. E mesmo ela não gostando, até breve logo estaremos juntos neste novo plano espiritual.

quarta-feira, 16 de março de 2016

Samba Acadêmico na Web Rádio, com Carlos J Fernandes Neto traz André Filho 21-03-2016



O Samba Acadêmico traz André Filho multi-instrumentista compositor do hino do Rio de Janeiro, Cidade Maravilhosa, Alo, Alô gravada por Carmem Miranda e parceiro de Noel Rosa no samba Filosofia entre outros sucessos. Teremos também o chorinho do Conjunto Choramingando, Carolina Maria de Jesus e Geovana. Os Grandes Sambas da História estão presentes. Ainda Elizeth Rosa, Flávia de Oliveira, Adriana Moreira, Dulce Monteiro, Carmem Queiroz, Tereza Gama e Tia Cida.

O que:- Samba Acadêmico
Quem:- André Filho
Quando:- 21-03-2016
Horário:- 21 hs

quarta-feira, 9 de março de 2016

Samba Acadêmico com Carlos J Fernandes dia 14-03-2016 as 21hs com Benedicto Lacerda



Vamos ouvir a música de Benedicto Lacerda. Estreia do quadro Ponte São Paulo Bahia, com o melhor do Samba Baiano da Velha Guarda aos Novos Compositores, trazendo Jonga Lima, As Ganhadeiras de Itapuã e Batatinha. Os grandes Sambas da História. Paulo Vanzolini. Família Macambira, Kiko Dinucci, Marcelo Menezes e Dobrando a Esquina, Carmem Queiroz, Samba do Sino, Marquinhos Jaca, Flávia Oliveira.

O que:- Samba Acadêmico com Carlos J Fernandes
Quem:- Benedicto Lacerda
Quando:- 14-03-2016
Horário:- 21 hs

quinta-feira, 3 de março de 2016

Programa Samba Acadêmico com Carlos J Fernandes Neto traz Joubert de Carvalho 07-03-2016 21hs



O Programa traz a música de Joubert de Carvalho, a cidade de Maringá ganhou o nome por causa da sua música homônima. Vamos ter também Osvaldinho da Cuíca e Nelson Gonçalves, e Garoto tocando uma guitarra havaiana na Música Zingara de Joubert. Água de Moringa com o choro de Pixinguinha. Ainda Dodô Andrade, Dulce Monteiro, Berço do Samba de São Mateus, Céllia Nascimento, Douglas Germano, Flávia Oliveira, Samba do Sino e Marcelo Menezes com Dobrando a Esquina.

O que:- Programa Samba Acadêmico
Com:- Carlos J Fernandes Neto
Quem:- Joubert de Carvalho
Quando:- 07-03-2016
Horário:- 21 hs

Tia Ciata - "A Mãe do Samba"

"TIA CIATA", MÃE DO SAMBA...

" O samba é o mais belo documento da vida e da alma do povo brasileiro". (Rosane Volpatto-extraído do Texto SAMBA, SABOR DO BRASIL) Um grande abraço ao nosso patrono PAULINHO DA VIOLA. (Veja mais na página História do Samba)
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Pelo Fim da Ordem dos Músicos do Brasil !

Abaixo-Assinado Eletrônico pelo direito ao livre exercício da profissão de músico:

Participe você também, leia matérias neste blog.

Para assinar eletrônicamente:

http://www.carlosgiannazi.com.br/fale_conosco/abaixo-assinado-omb.htm

Paulinho da Viola- Entrevistado pelo programa Memória do Rádio

PAULINHO DA VIOLA - O Nosso Patrono

O Verso "Quando penso no futuro não esqueço meu passado" é creditado por Paulinho da Viola, em "Meu tempo é hoje", como sintese de sua obra, de sua vida. Recolhido de sua "Dança da Solidão"(72). (Pedro Alexandre Sanches - Folh aOn Line - 11/04/2003)

"Eu não costumo brigar com o tempo" afirma Paulinho da Viola (em 09/12/2004 - Folha On line)

"A música de Paulinho da Viola representa um universo particular dentro da cultura brasileira. Experimentá-la é reconhecer que a identidade cultural brasileira não é única, há sempre algo mais." (extraído do site de Paulinho da Viola)

A Obra de Paulinho da Viola já foi tema de livros, trabalhos acadêmicos, gravações e documentário. Em fase de finalizações, se encontra um Documentário realizado pela VideoFilmes com direção de Isabel Jaguaribe e roteiro de Zuenir Ventura. (Confira mais na página - PAULINHO DA VIOLA - Vídeos e muito mais)

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AGENDA CULTURAL DA PERIFERIA

A Ação Educativa é uma organização não governamental sem fins lucrativos que desenvolve a apóia projetos voltados para a educação e juventude, por meio de pesquisas, formação, assessoria e produção de informações. Mantém em sua sede o espaço de Cultura e Mobilização Social, aberto ao público, que promove regularmente atividades de formação, intercâmbio e difusão cultural. Vale a pena acessar : http://www.acaoeducativa.org.br/

Confira As Comunidades de SAMBA divulgadas.
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Samba do Sino comemora primeiro ano na noite de 15/12/2009 com história do samba

O Movimento Cultural Samba do Sino comemerou 01 ano de vida no último dia 15/12/2009, e presenteia os moradores da cidade com histórias que contam a evolução do samba no Brasil. A proposta nasceu com a idéia de resgatar esse pedaço da cultura popular. (Vanessa Coelho - Guarulhos Web 15/12/2009)