Samba do Sino

A Roda surge da necessidade em manter acesa a chama da Cultura Popular Brasileira, trazendo a tona histórias que são cantadas através de sambas tradicionais de todo o território nacional, da velha guarda aos novos compositores, pois o Samba Presente Não Esquece o Passado, deixando prevalecer o sotaque do samba paulista, do rural ao urbano. O Sino surge devido à dificuldade em encerrar o Samba às 22h, pois é realizado em bairro residencial. Surge a idéia de se utilizar um sino para indicar o final do samba. Ai começaram a dizer: –“Vamos naquele samba, aquele que o cara toca o Sino...” Assim acaba-se adotando o nome Samba do Sino. Houve a aceitação e respeito geral e assim se conveniou tocar o Sino para começar e para terminar o Samba.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

João Bosco


Cantor, compositor e violinista mineiro apresenta na íntegra repertório de Galos de Briga. Lançado em 1976, o disco que consagrou uma das parcerias mais importantes da música brasileira: Aldir Blanc e o próprio João Bosco, transita por diferentes sonoridades - samba, ritmos latinos e bolero. Entre as canções presentes clássicos como “Incompatibilidade de gênios”, “O rancho da goiabada”, “Latin lover”, e “Transversal do tempo”. Estréia hoje

O que:- João Bosco
Quando:- Até 29 de Abril,
Horário:- Sexta e sábado, às 21h e domingo, às 18h (teatro)
Onde:- SESC Belenzinho
End:_ Av. Álvaro Ramos, 915 (Belenzinho) 
Tel:             (11) 2076-9700      
Ingressos esgotados
Duração: 90 min./Recomendação: 12 anos

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Inter-Pretando Samba Rock & Sambalanço


A banda de nome inusitado estreia no Diquinta. O grupo promete 'esquentar' a pista cantando sucessos de Jorge Ben Jor, Trio Mocotó, Os Incríveis, Originais do Samba, além de músicas próprias.

Formado no final de 2008, o grupo Inter-Pretando, reuni músicos de Botucatu/SP influenciados por diferentes estilos musicais como Samba, Sambarock, Jazz e MPB. Foi através dessa variedade de influencias que decidimos, então, formar o grupo, tocando o estilo que melhor representava essa união de conhecimentos e características, o SAMBAROCK.

No final de 2009, concluímos a formação e passamos a nos dedicar ao Sambarock tradicional como Jorge Ben, Trio Mocotó, Os Incríveis, Franco, Branca de Neve, Originais do Samba, Golden Boys, entre outros, depois de feita uma pesquisa no mercado e por nos identificarmos mais com o estilo e, a partir de junho de 2010, as oportunidades aumentaram após shows em Araraquara e região, entrevistas em rádio, etc.. Tudo graças a nossa dedicação e por manter essa raiz maravilhosa que é o samba-rock tradicional.***

 Algumas cidades onde o grupo já se apresentou: Botucatu (casas noturnas, bailes e eventos abertos como carnaval da cidade 2010 e 2011 e festa de Santanna abrindo show do Katinguelê pra mais de 10.000 pessoas), Pardinho, Anhembi (festa de fim de ano), São Manuel, Jaú, Piracicaba, Águas de Lindóia, Matão, Araraquara (em show’s exclusivos e com Arlindo Cruz), São Paulo e SESC de São José do Rio Preto.

O Que:- Inter-Pretando Samba Rock & Sambalanço
Quando:- Dia 27 de Abril (sexta)
Horário:- às 23h59 (início do show à 1h)
Onde:- Diquinta Bar e Danceteria (400 lugares)
End:- Rua Baumann, 1435 (Vila Leopoldina) 
Tel: (11) (11) 3715-4801 / 8251-6139
Acesso para deficientes físicos. Área exclusiva para fumantes. Aceita carteirinha de estudante. Pagamento: todos os cartões. Estacionamento com manobrista (consultar valor por telefone)
Preço na Bilheteria: De R$ 30,00 a R$ 40,00
Classificação etária: 18 anos

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Abolisamba no Samba do Cecap


Dia 27/04/2012

O que:- Samba no Cecap
Quem:- Abolisamba
Nas Pistas:- DJ Bonne Dee e Samba Rock
Quando:- 27/04/2012
Horário:- 20h
Onde:- Clube Cecap
End:- Av Monteiro Lobato, 3415 – PQ Cecap – Guarulhos
Fones:- 2440-1300
Mulher VIP

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quinta-feira, 26 de abril de 2012

Samba do Sino dia 26/04/2012


Hoje tem Samba do Sino no Bar III Milênio em Guarulhos.

O PETISCO É GRÁTIS!

O que:- Samba do Sino
Quando:- 26/04/2012
Horário:- das 20h30 às 23h
Onde:- Bar III Milênio
End:- Rua Luiz Faccini, 528 – Centro – Guarulhos




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Agostinho dos Santos

Aniversário de nascimento - 25/04/1932.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


Agostinho dos Santos (São Paulo, 25 de abril de 1932 — Paris, 12 de julho de 1973) foi um cantor e compositor brasileiro. Seu maior sucesso foi cantando músicas da peça e depois do filme Orfeu Negro, como Manhã de Carnaval e Felicidade. Participou da apresentação de Bossa Nova no Carnegie Hall, em Nova Iorque (1962). Faleceu, em 1973, em trágico desastre aéreo nas imediações do Aeroporto de Orly em Paris, no Voo Varig 820.

Natural de São Paulo, foi crooner de orquestra, trabalhou nas rádios América e Nacional. Em 1955 foi para o Rio de Janeiro cantar com Ângela Maria e Sílvia Teles na Rádio Mairynk Veiga e gravou, no ano seguinte, o LP "Uma Voz e seus Sucessos", com músicas de Tom Jobim e Dolores Duran. Foi intérprete no filme "Orfeu do Carnaval", de Marcel Camus, com trilha sonora de Tom Jobim e Vinicius de Moraes, que lhe rendeu dois grandes sucessos: "Manhã de Carnaval" (L. Bonfá/ Moraes) e "A Felicidade" (Jobim/ Moraes).

Nos anos 50 e 60 ganhou prêmios e atuou como compositor, além de cantor. Participou do Festival de Bossa Nova no Carnegie Hall, em Nova York (1962) com o conjunto de Oscar Castro Neves. Teve uma rápida passagem pelo rock'n'roll nos anos 50, gravando "Até Logo, Jacaré", versão de Julio Nagib para "See You Later, Alligator", de Bill Halley & His Comets. Excursionou pela Europa e morreu num acidente aéreo em Paris.

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Dicró


Morre aos 66 anos.

Morreu na noite de quarta-feira o cantor e compositor Dicró. Ele era diabético e tinha voltado de uma sessão de hemodiálise para casa, em Mauá (Magé), quando começou a passar mal. Sofreu um infarto e morreu num hospital em Magé, por volta das 23h, aos 66 anos.

Nascido em Mesquita, em 14 de fevereiro de 1946, Carlos Roberto de Oliveira, o Dicró, se especializou em sambas satíricos e com letras de duplo sentido, que retratavam de forma irônica o dia a dia do subúrbio e da Baixada. Filho de uma conhecida mãe de santo da região, ele passou a infância na favela do bairro do Jacutinga. Seu apelido vem do tempo em que integrava a ala de compositores de um bloco de Nilópolis: ele assinava as músicas com as iniciais do nome C.R.O. Com o tempo, “De C.R.O.” virou Dicró. Junto com Moreira da Silva e Bezerra da Silva, foi um dos principais sambistas da linha humorística. São dele títulos como A vaca da minha sogra, Botei minha nega no seguro, Funeral do Ricardão, Olha a rima e Chatuba.

Morre o cantor e compositor Dicró. Na foto ele está com Moreira da Silva numa conversa em 1981. Imagem: Silvana Louzada/CB/D.A Press/ArquivoMorre o cantor e compositor Dicró. Na foto ele está com Moreira da Silva numa conversa em 1981. Imagem: Silvana Louzada/CB/D.A Press/ArquivoAssista vídeo

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Seu Jorge e Trio Preto+1


Acompanhado do Trio Preto+1, o repertório será, basicamente, composto pelas canções dos principais nomes do samba e sucessos de sua carreira, entre eles, “São Gonça”, “Mina do Condomínio”, “Burguesinha” e “Tive Razão”.

O que:- Seu Jorge e Trio Preto+1
Quando:- Até 26 de Abril
Horário:-  Quintas, às 23h
Onde:- Na Mata Café (250 lugares)
End:- Rua da Mata, 70 (Itaim Bibi) 
Tel:             (11) 3079-0300      
Preço na Bilheteria: Mulher R$ 30,00 e R$ 40,00 e Homem R$ 40,00 e R$ 50,00

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Seresta de Sexta: Abril dos Laços


Trovadores Urbanos

Durante o mês de abril, os Trovadores Urbanos promovem o “Abril dos Laços” como forma valorizar os laços afetivos tão importantes e por muitos esquecidos atualmente. O charmoso sobrado dos Trovadores, nas Perdizes, em São Paulo, ganhou decoração especial de grandes laços. O clima será completo com a apresentação dos Trovadores no projeto “Seresta de Sexta”, que neste mês terá uma programação dedicada às canções que falem de amor, afeto e família.

Foi debaixo das janelas paulistanas que os TROVADORES URBANOS começaram a entoar sua serenata, misto de teatro, música e poesia, que já foi ouvida, vista e aplaudida por milhares de pessoas no brasil e no mundo. Uma história feita de homenagens sinceras e emoções indescritíveis, presentes que marcaram a vida de muita gente, anônimos que tiveram seus momentos de estrela e celebridades que se emocionaram como qualquer um de nós. Das janelas para os palcos foi o tempo de um compasso. Os TROVAODRES URBANOS percorreram com seus shows quase todo o país e cruzaram o atlântico em várias tournés internacionais, além de compor uma carreira fonográfica expressiva e reconhecida mas o mais importante é que, mesmo depois de tudo isso, os TROVADORES URBANOS continuam fazendo o que mais gostam: serenatas e homenagens. Por isso, é provável que você os encontre cantando a história da sua vida bem debaixo da sua janela. http://www.trovadoresoficial.blogspot.com.br/

O que:- Seresta de Sexta – Abril dos Laços
Quem:- Trovadores Urbanos
Quando:- Até 27 de Abril, Sextas
Horário:- das 20h às 21h30
Onde:- Casarão dos Trovadores Urbanos
End:- Rua Aimberê, 651 (Perdizes) 
Tel:             (11) 2095-0100      
Preço na Bilheteria: Grátis

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Renato Braz


O cantor, compositor e percussionista lança seu sexto álbum, 'Casa de Morar', dedicado aos compositores de sua geração, como Fred Martins e Simone Guimarães. Acompanhado por Gerson Oikawa (guitarra), Dré (percussão), Sizão Machado (contrabaixo) e um quarteto de cordas, o show ainda conta com as participações do maestro e violonista Edson Alves e do clarinetista Proveta.

Nascido em São Paulo, Renato Braz cresceu com a música. Aos quinze anos começou a se familiarizar com a percussão e logo assumiu o posto de baterista tocando nas noites.

Como vocalista e baterista, Renato Braz cresceu cantando em festivais. O artista teve a chance de se apresentar ao lado de grandes nomes da música brasileira como Luiz Melodia, Antônio Nóbrega e Ney Matogrosso, ganhando reconhecimento e público.

Em sua carreira de sucesso, lançou, entre outros, o disco Outro Quilombo, com interpretações de músicas de Caetano Veloso e Gilberto Gil. Esta obra foi ganhadora do Prêmio Visa “Edição Vocal de 2002” e elogiada pela crítica do país inteiro. Em 2003 foi mais uma vez premiado com o seu disco, Quixote, na categoria “Melhor Cantor” no Prêmio Visa de MPB.

O que:- Renato Braz
Quando:- Dia 26 de Abril (quinta)
Horário:- às 21h (Teatro)
Onde:- SESC Vila Mariana
End:- Rua Pelotas, 141 (Vila Mariana) 
Tel:             (11) 5080-3000      
Preço na Bilheteria: de R$ 6,00 a R$ 24,00
Venda pelo sistema INGRESSOSESC a partir de 30/3, às 14h.
Recomendação: 12 anos

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Chico Medori e Oswaldinho do Acordeon


Baterista e compositor traz em sua trajetória artística inúmeras gravações com músicos renomados, como Cesar Camargo Mariano e Toquinho, entre outros, mostrando sua versatilidade rítmica. Suas composições no cd 'Pássaros Imigrantes' renderam-lhe matéria de capa da revista norte-americana Billboard. Apresenta o repertório do cd 'Latindo sobre América'.

Baterista, compositor, traz em sua trajetória artística, inúmeras gravações entre músicos renomados, cantores e cantoras da maior qualidade.

Chiquinho de Moraes, Julio Medalha, Hermeto Pascoal, Leo Perak, Horácio Malvicino (guitarrista e arranjador do Astor Piazzola) e César Camargo Mariano. São apenas alguns dos grandes maestros com quem trabalhou.

Sua versatilidade rítimica permiti-lhe gravar com cantores desde Dominguinhos, Toquinho, Fabio Junior, Fafá de Belém, Raul Seixas entre outros.

O grupo Medusa teve dois albuns que lhe projetaram no Brasil e no Exterior.

Lançou composições próprias em um Cd intitulado Chico Medori e o Cd instrumental "Latindo Sobre a América".

Recentemente desenvolveu um trabalho com a sua filha Graziela Medori em composições e arranjos, o Cd é considerado pela crítica uma grande aposta da música popular brasileira.

Chico Medori e Rafael Soares fizeram o Estudio 27 aonde alguns nomes ja gravaram no mesmo. http://www.facebook.com/people/Chico-Medori/100003178735508

Oswaldinho do Acordeon

Foi a primeira sanfona de oito baixos, que ganhou de presente de seu pai, que possibilitou a Oswaldinho do Acordeon tornar-se um mestre moderno de seu instrumento. Carioca, filho de Pedro Sertanejo, nosso precursor do forró em São Paulo, Oswaldinho do Acordeon mudou-se para São Paulo aos oito anos, onde se iniciou no piano, pois não havia professores de acordeon. Porém acabara sempre namorando a sanfona, instrumento que no fundo mais gostava. Aos 12 anos, já tocava profissionalmente com o pai na gravadora Continental e em diversas casas de forrós. Buscando o aperfeiçoamento, em 1976 conheceu o professor italiano Dante D'Alonzo e começou a estudar pra valer.

Estudou música clássica por 13 anos, tendo sido inclusive aluno de Paulo Feolla no "Conservatório Santa Clara". O talento raro lhe rendeu uma bolsa no Conservatório Dante de Milão (Itália) e em 1984 Oswaldinho do Acordeon apresentou-se como atração no Festival do Campeonato Mundial de Acordeon e conquistou a admiração de portugueses, ingleses, alemães, suíços, canadenses, japoneses e americanos. Sua carreira registra gravações com as principais estrelas da MPB e teve a oportunidade de abrir um show de All Jarreau, na França e participar de projetos como: Pixinguinha, US-TOP, Free Jazz Festival, Rock in Rio, inúmeros festivais na Franca, Suíça, Nova York e também no Brasil. Seu talento também esteve presente no MTV Acústico Rita Lee, MTV Acústico Cássia Eller, DVD SPC – Só Pra Contrariar, Show dos 500 anos de Descobrimento do Brasil – Rede Globo, Festival de Amiens, na França (2003), Prêmio TIM 2008 (Homenagem à Dominguinhos), tendo sido ganhador deste mesmo prêmio no ano de 2005 – Melhor Disco "Cada um belisca um pouco" – categoria Instrumental.

O que:- Chico Medori e Oswaldinho do Acordeon
Quando:- Dia 26 de Abril (quinta)
Horário:- às 21h (Teatro)
Onde:- SESC Ipiranga
End:- Rua Bom Pastor 822 (Ipiranga) 
Tel:             (11) 3340-2000       / 2215-8418
Preço na Bilheteria: de R$ 3,00 a R$ 12,00
INGRESSOSESC a partir de 30 de março, às 14h.
Recomendação: 10 anos

Assista vídeo de Oswaldinho do Acordeon

Samba de Boteco


O grupo se apresenta com um repertório recheado de samba de raiz. http://www.sambadeboteco.blogspot.com.br/

O que:- Samba de Boteco
Quando:- Dia 25 de Abril (quarta)
Horário:- às 20h
Onde:- Companhia da Cerveja (240 lugares)
End:- Rua Aspicuelta, 595 (Pinheiros) 
Tel:             (11) 3031-2888      
Possui área para fumantes; serviço de vallet R$ 18,00
Preço na Bilheteria: R$ 10,00

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Na Ponta do Dedo


Choror, Polcas, Maxixes, Valsas...

O grupo apresenta as raízes do choro com referências a grandes nomes da música instrumental da atualidade e expoentes do passado. Choros, polcas, maxixes, valsas, tangos brasileiros, sambas canções e outros ritmos. Com Silvia Piccin, Maria Isabel Zattera, Gilberto Patrizzi e Renato Bueno.

O que:- Na Ponta do Dedo
Quando:- Dia 25 de Abril (quarta)
Horário:- às 20h (Galpão)
Onde:- SESC Ipiranga
End:- Rua Bom Pastor 822 (Ipiranga) 
Tel:             (11) 3340-2000       / 2215-8418
Preço na Bilheteria: Grátis
Retirada de ingressos com 1 hora de antecedência na bilheteria (sujeito à disponibilidade).
Recomendação: 10 anos

Karine Telles - Flor do Samba


Repertório com músicas assinadas por Consuelo de Paula, Carlin de Almeida, Luiz Dillah, Luiz Salgado, Rodrigo Santiago, Sueli Telles, Virgílio Azevedo, além da própria Karine. A cantora também acrescentou ao repertório, dois sambas inéditos do Mestre Eduardo Gudin “Tempo de Espera” em parceria com Paulo César Pinheiro, “Porque Razão”, composição em parceria com Toquinho. Karine Telles (voz), Luizinho 7 Cordas (violão 7 cordas), Flávio Telles (violão), André Amorim (cavaco), João Poleto (sopros), Ricardo Valverde e Douglas Alonso (percussão).

Parte de uma nova geração de talentos da música brasileira, a mineira Karine Telles é dona de seus encantos, compositora e cantora de inconfundíveis recursos vocais, ela vem se despontando como uma das revelações do samba de Minas. Bem acostumada ao mundo da música desde cedo, nos eventos familiares e na banda da igreja que freqüentava, ela sempre gostou de cantar. Fez aulas de violão e canto mas só assumiu de vez o canto aos 20 anos. As canções de seu repertório foram escolhidas numa pesquisa que realizou ao ouvir sambas de compositores da nova geração e de velhos mestres por quem nutre profunda reverência. Em seu álbum de estréia, previsto para dezembro de 2011, contará com a produção musical do grande violonista Luizinho 7 Cordas e com composições próprias em parceria com o compositor e músico Rodrigo Santiago, composições de Virgílio Azevedo, Sueli Telles, Luís Dillah, Pacheco, Badyynho, Luiz Salgado, Consuelo de Paula, Carlin de Almeida, Mauro Mendes e de outros bambas também nascidos ou residentes em Minas Gerais. Com o grupo Flor do Samba, ela desabrochou-se musicalmente. http://www.myspace.com/karinetelles


O que:- Flor do Samba
Quem:- Karine Telles
Quando:- Dia 25 de Abril (quarta)
Horário:- às 20h30 (Auditório)
Onde:- SESC Pinheiros
End:- Rua Paes Leme, 195 (Pinheiros) 
Tel:             (11) 3095-9400      
Preço na Bilheteria: de R$ 4,00 a R$ 16,00
Não é permitida a entrada após o início do espetáculo. Ingressos à venda na rede INGRESSOSESC, a partir de 30/03 às 14h.
Duração: 70 min./Recomendação: Livre

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Flauta e Violão 7 Cordas


Grupo Choro Descendo a Serra

Integrantes do Grupo de Choro Descendo a Serra apresentam os instrumentos presentes no regional tradicional.

O que:- Flauta e Violão Sete Cordas
Quando:- Dia 25 de Abril (quarta)
Horário:- das 12h15 às 14h15 (Restaurante 1)
Onde:- SESC Carmo
End:- Rua do Carmo, 147 (Centro) 
Tel:             (11) 3111-7000      
Preço na Bilheteria: Informe-se sobre os preços dos pratos no local.
Recomendação: Livre

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Cultura de Boteco


O grupo anima a casa interpretando músicas de grandes nomes do samba de raiz.

O que:- Cultura de Boteco
Quando:- Dia 25 de Abril (quarta)
Horário:- às 19h
Onde:- José Menino
End:- Rua Aspicuelta, 569 (Vila Madalena) 
Tel:             (11) 3817-5621      
Com acesso para deficientes e área para fumantes.
Preço na Bilheteria: R$ 8,00

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terça-feira, 24 de abril de 2012

À CPI, compositor diz que Ecad não representa os autores de música


Carlos Leoni acusa Ecad de se negar a pagar dívida de R$ 80 mil relativos a direitos autorais

Por: Raoni Scandiuzzi, Rede Brasil Atual
Publicado em 16/08/2011, 17:55
Última atualização em 17/08/2011, 10:34
    

CPI do Ecad cobra uma fiscalização pública das atividades do Ecad (Foto:

São Paulo – Em mais uma reunião da Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar as atividades do Escritório Central de Arrecadação e Distribuição de Direitos Autorais (Ecad), o cantor e compositor Carlos Leoni Siqueira Junior fez duras críticas ao órgão. Leoni, dos grupos Kid Abelha e Heróis da Resistência, que fizeram sucesso a partir dos anos 1980, afirmou que não se sente representado pelo Ecad, responsável por pagar aos autores das composições até 37,5% do total arrecadado.

Leoni ainda afirmou que o órgão lhe deve R$ 80 mil, relativos a direitos autorais arrecadados com suas músicas por uma extinta associação, a Atida, ligada àquele escritório. Segundo o compositor, em casos de irregularidades no Ecad, o detentor de direito autoral não tem a quem recorrer. "Quando fui cobrar a minha dívida, eles 'lavaram as mãos' e disseram para eu procurar o presidente da Atida, que nem existia mais", disparou.

Outro músico e compositor que participou do ato, Frank Aguiar, que também é vice-prefeito de São Bernardo do Campo (SP), na região metropolitana da capital, afirmou que "os compositores estão órfãos do Ecad". Ele lembrou que, em certo momento, quando realizava investigações das atividades da instituição, foi ameaçado por uma diretora do local de não receber os repasses dos direitos autorais que lhe pertenceriam.

Mesmo sendo a favor de uma investigação a respeito dos trabalhos do Ecad, Aguiar pede cautela nas investidas da CPI, e confessa ter medo de ver acabar a "única arrecadação que existe para os autores". Desse modo, o compositor não se colocou contra o escritório, preferindo pedir mais transparência e fiscalização de suas atividades.

Na reunião, presidida pelo autor do requerimento de abertura da CPI, senador Randolfe Rodrigues (Psol-AP), o trabalho das entidades que compõe o Ecad também foi questionado. O também senador Lindbergh Farias (PT-RJ) voltou a criticar a falta de fiscalização pública das atividades do escritório. “O Brasil é o único país do mundo que tem um monopólio privado sem nenhum grau de fiscalização”, cobrou.

O Ecad foi procurado pela Rede Brasil Atual e não respodeu a todos os pontos específicos levantados pela matéria. Em nota de esclarecimento, o Escritório afirmou que 75,5% dos valores arrecadados são repassados aos titulares de direitos autorais e prestou esclarecimentos sobre a entidade Atida no seguinte endereço: http://respostadoecad.ecad.org.br/pergunta_resposta_pagamentos_a_associacao_extinta.aspx

Depoimento bombástico de Leoni na CPI do Ecad


19 de agosto de 2011 às 15:17

Leia a seguir o depoimento bombástico e esclarecedor do músico Leoni na CPI do Ecad. É impressionante que mesmo com todas essas evidências a ministra Ana de Hollanda ainda teime em falar que é contra a “ingerência estatal” na questão dos direitos autorais.

Agora não se pode falar mais em ignorância. A questão é outra: compromissos com uma lógica perversa e injusta.

Depoimento publicado originalmente no Grita Brasil e indicado pelo navegante Araken Monteiro.

“Oi pessoal, bom dia!

Bom dia às senhoras e aos senhores senadores, aos funcionários da casa, aos meus companheiros de mesa e a todos aqui presentes.

Antes de tudo eu quero me apresentar. Meu nome é Leoni, sou músico e compositor profissional há 30 anos e preciso dizer que meus direitos autorais me ajudam muito a ter uma vida mais confortável. Assim como ajuda diversos dos outros artistas que fazem parte do grupo que represento, o GAP – Grupo de Ação Parlamentar –, que já conseguiu importantes vitórias para a classe. Entre nossos colaboradores mais conhecidos estão Ivan Lins, Francis Hime, Fernanda Abreu, Frejat, Tim Rescala, Dudu Falcão, Eduardo Araújo, Sérgio Ricardo, Leo Jaime e diversos nomes que representam toda a cadeia produtiva da música. Fomos responsáveis pela carta da Terceira Via dos direitos autorais assinada por artistas e criadores de todas as gerações como Tulipa Ruiz, Jair Rodrigues, Zélia Duncan, Ana Carolina, Jorge Vercilo, Evandro Mesquita e centenas de outros. A carta e as assinaturas estão no site: http://brasilmusica.com.br/site/destaque/terceira-via/

Nela deixamos claro que não somos contra o ECAD, nem contra o direito autoral. E achamos que a centralização das cobranças da gestão coletiva é o mais aconselhável.

Isso não impede que tenhamos críticas fortes à forma como o direito autoral da música é administrado.
Para ter certeza de que falamos a mesma língua em relação ao Direito Autoral, preciso esclarecer alguns pontos que o ECAD deixa propositalmente obscuros.

1) Há uma diferença muito grande entre autores e detentores de Direito Autoral. Na música, além dos compositores, diversos outros atores têm sua cota nos direitos de execução pública. Temos primeiro o próprio ECAD e as Sociedades que ficam com 25% do bruto. Depois, dos 75% restantes, 12,5 % ficam para as Editoras e 25% são divididos para a gravação – produtores musicais (gravadoras), intérpretes e músicos. No final das contas, para os compositores sobram 37,5% – e ainda temos impostos, é claro!

Como as decisões tomadas nas Assembléias das Sociedades e do ECAD são decididas por voto e como esses votos representam exclusivamente a arrecadação – algo que veremos mais adiante -, nós, compositores, mesmo que unidos, nunca teremos maioria para modificar algo que seja importante para os grandes detentores de direitos autorais.

A confusão entre esses agentes é estimulada pelo órgão quando publica suas listas de maiores arrecadadores nos meios de comunicação elencando apenas os compositores. Mas, se fossem honestos, na lista dos 25 mais bem pagos apenas 6 seriam autores, sendo que nenhum estaria entre os 5 primeiros. Gravadoras e editoras compõem essa maioria.

Diversas decisões da Assembléia do ECAD demonstram o favorecimento das grandes corporações. Uma delas é a de reduzir para 1/12 os direitos de quem faz música para imagem. Esses autores não precisam de editoras nem de gravadoras, já que fazem, em sua maioria, um trabalho direto para as emissoras de TV. Mas um terço da arrecadação dos direitos autorais vem daí. Com a diminuição do montante devido a esses compositores sobrou mais para os outros detentores de Direitos. E criou-se um tipo de compositor de segunda classe.

Para complicar ainda mais, há outro tipo de autores de segunda classe que são aqueles representados por Sociedades às quais o ECAD não dá direito de voto na Assembléia. São as sociedades Administradas. As outras são chamadas de Efetivas. Aliás, as administradas não podem nem estar presentes às assembleias. O que fere o parágrafo primeiro do artigo 99 da lei 9610:

O escritório central organizado na forma prevista neste artigo não terá finalidade de lucro e será dirigido e administrado pelas associações que o integrem.”

Das 9 sociedades que integram o ECAD, apenas 6, as Efetivas, têm direito a voto. Se as administradas não votam, seus associados então não são representados pelas suas sociedades e muito menos pelo ECAD.
Então, fica a pergunta: o ECAD pode dizer que representa os autores? Pode usar esse argumento para tentar esvaziar a reforma da Lei do Direito Autoral? Quem o ECAD representa?

2) Outro mito importante de ser analisado é o da Constituição não permitir que o Estado interfira no ECAD por conta do direito da livre associação. Ora, essa é uma associação por demais atípica para se valer desse princípio. Primeiro temos o fato importantíssimo de que o Estado já interveio de forma inequívoca quando criou o sistema ECAD que obrigou todas as sociedades a estarem vinculadas a ele. Que liberdade é essa? E dessa interferência as Sociedades não reclamam.

Além disso, ao direito de associação corresponde um direito de não-associação – que não existe nesse caso. Sem uma sociedade vinculada ao ECAD não há como participar da gestão coletiva de Direitos Autorais.

Mais sério ainda é o fato de uma associação gerir um monopólio que cria obrigações para toda a sociedade. É o ECAD que determina critérios e preços para utilização de música em todo o país, com poder de polícia. Como um monopólio criado por lei pode não ser fiscalizado pelo Estado? É um caso único no arcabouço jurídico brasileiro.

3) O ECAD afirma ser das Sociedades que, por sua vez, seriam dos autores. Portanto se há algo errado na administração do órgão baste que os autores se mobilizem. Já vimos no primeiro item que não somos tão poderosos assim. Mas há outros pequenos truques que nos impedem de tomar as rédeas do processo. Vejamos os slides de alguns artigos do Estatuto da UBC:

Artigo 5, parágrafo 5 do Estatuto da UBC:
§ 5° – Os autores, compositores e editores que solicitarem ingresso na Associação permanecerão na categoria de Associados Administrados durante no mínimo doze meses, contados a partir da aceitação de sua proposta de filiação, pela Diretoria. Decorrido esse prazo a Diretoria poderá aprovar seu ingresso nas categorias de Associado Efetivo ou de Associado Editor, conforme o caso, dependendo da rentabilidade das obras das quais sejam titulares.

Art. 6º – Caberá nas Assembleias Gerais 20 (vinte) votos a cada associado da categoria de Associado Fundador e no mínimo 1 (um) voto a cada associado das categorias de Associado Efetivo e Associado Editor, podendo vir a ser atribuído, a cada associado, até 20 votos nos termos do disposto no Regimento Interno da Sociedade.

§ 3º – As demais categorias de associados – administrados citados acima – não terão direito a voto.
A conclusão é de que só quem arrecada muito tem direito a voto. Ora, quem arrecada muito não quer reclamar. Quem arrecada pouco não tem o direito de fazê-lo.

Por conta disso é que os seus dirigentes se eternizam no poder por décadas.
4)  Um dos argumentos do ECAD para combater a criação de um Instituto Brasileiro de Direitos Autorais que, além de fiscalizar, estabelecesse critérios de cobrança e arrecadação é a invocação de que o direito de estabelecer preço para as obras é exclusivo do autor. Mas quem disse que, do jeito que as coisas estão, o autor tem alguma influência nesse processo? É o ECAD e as Sociedades que estabelecem um preço único. Isso gerou recentemente um parecer do CADE condenando o sistema ECAD por formação de cartel.
Não há diferença de preço entre as Sociedades, quanto mais entre as obras individuais. Eu posso querer cobrar menos, ou até não cobrar, mas o ECAD, em muitos casos, vai ignorar minha vontade.
Alguns problemas

1) As recentes denúncias de fraude envolvendo o ECAD, das quais sei que quase todos os presentes devem ter tomado conhecimento pelos jornais, revistas e TVs, dão conta de que seu sistema é extremamente frágil, ineficiente e nada confiável, embora o órgão insista em dizer o contrário. Seus cadastros não têm uniformidade, não há critérios para desambiguação de obras homônimas, os registros são frouxos e não exigem nenhuma comprovação além da palavra de quem se declara autor.

2) Tecnologia defasada e cara.
O sistema de amostragem para distribuição da execução em rádios é tão ultrapassado que parece má-fé. Qualquer garoto de 12 anos usa aplicativos capazes de identificar qualquer música que esteja tocando em rádios, bares, TV etc. É claro que elas precisam estar corretamente cadastradas. O ECAD anunciou que já gastou R$ 20 milhões para se capacitar tecnologicamente. Pelos resultados essa fortuna foi jogada no lixo. A perversidade do sistema de amostragem é que prejudica demais os artistas locais que não fazem parte do universo de mais executados no país.

Mesmo o Ecadnet, site com todas as obras registradas pelas sociedades no Escritório, que deveria ser uma solução tecnológica importante em relação ao cadastro, é tão falho e cheio de erros que nos assusta. Fiz o levantamento de algumas obras famosas minhas da época do Kid Abelha como Lágrimas e Chuva, Educação Sentimental, Como Eu Quero e Fixação e em nenhum dos casos a banda era citada como intérprete. O mesmo para canções da Legião Urbana em músicas como Ainda é Cedo, Há Tempos, Meninos e Meninas, Índios, Quase Sem Querer e Tempo Perdido. Pior ainda é Será, que nem consta entre os autores das diversas obras homônimas o nome do Renato Manfredini, mais conhecido como Renato Russo. Dá para passar dias descobrindo furos estarrecedores como o amplamente divulgado caso da família Silva.

Se dizendo vítima e não assumindo responsabilidade pelas fraudes o ECAD encobre o fato que as vítimas são os autores que pagam regiamente o órgão e suas sociedades (25%) para cuidar de seus interesses, mas esse serviço tem se demonstrado ineficiente.

Tanto critérios de cobrança e distribuição quanto outras informações relevantes são negados ou extremamente dificultados aos compositores.

Há um número absurdo de ações na justiça envolvendo o ECAD e as sociedades, tendo chegado já a sete mil. Este é um sinal, incontroverso, de que algo vai mal com a gestão.

Numa das reportagens recentes sobre as fraudes no órgão, fala-se da divisão de honorários de sucumbência entre o departamento jurídico e os próprios presidentes das sociedades, que atuam também como advogados nas ações, como denunciado pelo jornal O Globo. Na ação entre a TV bandeirantes e o ECAD, recentemente, estes honorários teriam chegado a 7 milhões de reais. Além disso, outros R$ 400.000,00 teriam sido pagos a um escritório “amigo” do ECAD, sendo que o órgão possui um departamento jurídico . Seria essa a razão para tantas ações na justiça?

A quem interessam então essa ações milionárias? Não seria muito mais saudável e menos custoso que se resolvessem esses litígios através de um poder moderador e arbitral exercido pelo estado?”

CPI ECAD - Relatório final sugere 21 indiciamentos e propõe nova lei


por Por Cristina Tardáguila Agência O Globo
23/04/2012 10:13

RIO - A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga desde junho, no Senado, a atuação do Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad) apresenta, na próxima terça-feira, seu relatório final.O documento, a que O GLOBO teve acesso, divide-se em duas partes: uma punitiva e uma propositiva. Na primeira, a CPI determina, entre outros pontos, que a cúpula da entidade responsável por recolher e pagar o direito autoral de todos os músicos do país e os dirigentes das associações que a compõem sejam alvo de 21 indiciamentos. Entre os crimes apontados pelos senadores Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) e Lindbergh Farias (PT-RJ), presidente e relator da CPI, respectivamente, estão apropriação indébita de valores, fraude na realização de auditoria, formação de cartel e enriquecimento ilícito.


Na segunda parte do relatório, que tem 350 páginas e três mil documentos anexados, a CPI apresenta um novo projeto de lei que tira do Ministério da Cultura (MinC) e leva para o Ministério da Justiça (MJ) todas as questões relativas à gestão dos direitos autorais no país.

- É que o órgão controlador não pode ser economicamente menos expressivo do que o setor a ser controlado - explica Lindbergh. - Em 2011, o orçamento empenhado do MinC foi de R$ 507 milhões, e o Ecad arrecadou R$ 541 milhões.

- Além disso, é no MJ que estão a Defesa do Consumidor, o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) e o combate à pirataria. Lá tem estrutura para regular uma atividade assim - acrescenta Randolfe.

Para aumentar a transparência do sistema, a CPI propõe a criação de uma Secretaria do Direito Autoral e de um Conselho Nacional dos Direitos Autorais dentro do MJ. A nova estrutura administrativa, a ser gerida de forma tripartida por representates do poder público, titulares de direitos autorais e membros da sociedade civil, poderá regular, mediar conflitos e fiscalizar as entidades de gestão coletiva de direitos autorais.

A comissão sugere ainda o surgimento de uma ouvidoria independente para tramitar reclamações do setor. Hoje, lembram os senadores, não existe nenhuma instância pública capaz de fazer isso.

A CPI ainda quer a criação de um portal de transparência que reunirá todas as informações referentes a receitas e despesas das entidadesde de direito autoral. Seria algo semelhante ao que a Controladoria Geral da União (CGU) faz com os gastos públicos hoje em dia.

- Também propomos o fim do sistema de amostragem, usado pelo Ecad para fazer suas cobranças e repasses - destaca Randolfe. - Propomos que todas as rádios e TVs do país divulguem trimestralmente em suas páginas as músicas que realmente usaram.

- Segundo o novo projeto, quem fixa o preço do direito autoral é o autor e sua associação - ressalta Lindbergh. - A exemplo do que acontece nos Estados Unidos, se houver divergência entre o usuário e a associação, o MJ vai homologar o preço final. O Ecad deverá ser apenas uma secretaria executiva dos titulares de direitos autorais. Quem manda é o autor.

Hoje, o valor cobrado é fixado pelo Ecad (após aprovação de sua assembleia) e só pode ser questionado judicialmente.

O projeto de lei também promete mudar a estrutura da gestão do direito autoral no Brasil. Atualmente, as associações misturam compositores, cantores, produtores. A CPI quer que elas se dividiam por categoria. E, para poder funcionar, a associação deverá vencer licitação feita pelo MJ a cada cinco anos.

No texto final, a CPI também pede ao Cade que "promova o rápido julgamento" e "a efetiva condenação" do Ecad e das associações por "infração da ordem econômica". Desde agosto, o órgão investiga a estrutura por práticas de cartel.

Ecad rebate

Procurado, o Ecad rebateu as acusações que embasam os 21 indiciamentos propostos pela CPI do Senado.

Com relação à suposta apropriação indébita de 2004, lembra que seu regulamento "prevê que ao final de cinco anos, caso os créditos retidos não sejam identificados, a assembleia geral pode decidir seu destino".

Sobre fraude em auditoria, diz que, em 2009, contratou a BDO Trevisan mas que, diante da lista de documentos que lhe "pareceram desnecessários" apresentada pela empresa, decidiu distratá-la em favor da Martinelli Auditores.

Sobre o suposto enriquecimento ilícito de seus administradores, o Ecad informa que seu Programa de Participação nos Resultados "foi criado por uma empresa especializada e é auditado constantemente por empresas de auditoria externa". E, quanto à suposta prática de cartel, destaca que o Ministério Público emitiu parecer "manifestando-se pelo arquivamento do processo por inaplicabilidade do direito concorrencial".

Sobre o novo projeto de lei, o Ecad diz não ser "contrário a qualquer supervisão, desde que seja técnica, sem viés politico, dentro dos limites constitucionais, e que preserve o direito do autor de fixar o preço pela utilização de sua obra".

O relatório final será votado na quinta-feira e apresentado à Procuradoria Geral da República, à Casa Civil e ao Ministério da Justiça. Para o mesmo dia, está previsto um ato da Frente Parlamentar de Cultura em apoio ao documento no salão nobre da Câmara.

Aniversário Acadêmicos de São Jorge e Festa do Santo Guerreiro.


O que:- Festa do Santo Guerreiro e aniversário da Escola Acadêmicos de São Jorge.
Convidados: Terreiro dos Compositores, @migas do samba.com, Marquinhos Jaca.
Quando:- Domingo dia 29/04
Horário: Das 13:00h às 20:00h.
Onde:- l: Sociedade Amigos da Vila Sabrina
End:- Av. Jardim Japão,73 - Vila Sabrina - ZN


Carmen Queiroz Lançamento CD em Campinas


O que:- Carmen Queiroz
Evento:- Lançamento CD Enquanto Eu Fizer Canção
Quando:- 25/04/2012
Horário:- 19h
Onde:- Agenda FNAC Campinas
End:- Av Guilherme Campos, 500 – Sta Genebra - Campinas.


quarta-feira, 18 de abril de 2012

Samba no Cecap – Aniversário Pelé Problema


Vários Convidados

O que:- Samba no Cecap
Quem:- Aniversário do Pelé Problema
Quando:- 20/04/2012
Ingressos à venda
Onde:- Clube Cecap
End:- Av Monteiro Lobato, 3415 – PQ Cecap – Guaruhos - SP

Convidados:- Leandro Sapucahi; Fundo de Quintal; Netinho de Paula; Art Popular; Reinaldo; Percepção; Os de Paula; Doce Encontro e Chega Mais.

FLÁVIA OLIVEIRA - Pré - Lançamento do CD


O que:- FLÁVIA OLIVEIRA
Show:- Pré - Lançamento do CD
Quando:- Sábado dia 21/04
Horário: 15:00h
Onde: Praça Nossa Senhora das Vitórias, 15 - Vila Formosa – São Paulo

BEL BORGES


O que:-  BEL BORGES
Quando:- 22/04/2012
Horário: 13:30h
Onde:- : Sesc Vila Mariana
End:- rua Pelotas, 141 - Vila Mariana - São Paulo – SP
Entrada:- Livre

Cantora, atriz e educadora musical. Iniciou seus estudos musicais em 1998, no Coral da Universidade de São Paulo (Coralusp) e em 2005 graduou-se no curso de Educação Artística com habilitação em Música, do Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista (UNESP). Iniciou sua carreira profissional ainda na adolescência, quanto integrou o grupo Aclive, grupo de rap feminino, fazendo os vocais melódicos.

Com o grupo teve a oportunidade de cantar com artistas como Luz de Caroline e Trio Mocotó, e se apresentou em casas como Urbano e Da Mata. Participou também da banda Casa 5, misturando hip hop, jazz e música brasileira. Teve sua voz registrada em duas faixas do cd independente do Dj Cortecertu "A Poesia que Mofava nas Gavetas". Na faculdade entrou em contato com a linguagem teatral, passando a integrar o grupo Óctrombada, desenvolvendo um trabalho de pesquisa baseado na intersecção do teatro e da música orgânica – que utiliza apenas a voz e o corpo para fazer música. Com o grupo participou dos musicais: "Miscelânea" (2006), "Kin Con Krof – Pra Cantar e Imaginar" (espetáculo ganhador em 2008 do prêmio FEMSA – Coca-Cola de teatro infanto-juvenil, pela trilha original) e "Mãos de Vento e Olhos de Dentro" tendo sido dirigida pelos maestros Daniel Rocha e Carlos Bauzys e pelos diretores cênicos Reynaldo Puebla e Marcelo Klabin. Myspace http://www.myspace.com/belborges

Assista vídeo:

RAILIDIA CARVALHO e PAULINHA SANCHES.


O que:- RAILIDIA CARVALHO e PAULINHA SANCHES
Quando:- 19/04/212 – quinta feira
Horário: 20:30h
Onde:- BARGAÇA
End:- Rua Aspicuelta, 30 - Vila Madalena


Assista vídeos:


Railidia Carvalho


Paulinha Sanches

SANTA SEGUNDA com a ADRIANA MOREIRA


O que:- Santa Segunda
Quem:- Adriana Moreira
Onde: Ó do Borogodó
End:- Rua Horacio Lane, 21 - Pinheiros
Horário: 22:00h

Adriana Moreira é cantora paulistana.Teve o primeiro contato com a música  especialmente o samba - ainda criança na Escola de Samba Camisa Verde e Branco, onde foi praticamente criada. Sua primeira experiência com a música, mais especificamente como cantora veio a acontecer em 1996 participando com a "Orquestra Paulista de Samba" da gravação do disco "O Cúmulo do Samba" do compositor Carlinhos Vergueiro. Em seguida integrou o núcleo de músicos e compositores que constituiu o Mutirão do Samba (1997 – 1999), movimento deflagrador de uma série de outras iniciativas notadamente o Samba da Vela, de Santo Amaro; e o Projeto Nosso Samba, de Osasco. Decididamente a seguir carreira como cantora, Adriana começou a estudar. Em 1997 entrou na Universidade Livre de Música (ULM). Nesse mesmo ano subiu ao palco pela primeira vez em um show com o Trio Bequadro e Mutirão do Samba no Café Piu - Piu em São Paulo. No ano de 1998 participou do show "Pra quem teve paciência" do compositor e cineasta Kiko Dinucci onde se destacou. Depois em Julho do ano de 1999 participou com o coral de estudantes da ULM e Orquestra Jazz Sinfônica, da inauguração da Sala São Paulo. Em 1999 começou a trabalhar com teatro junto a Companhia Incomodada e integrou o Projeto Samba da Benção apresentado no teatro Artur de Azevedo sob direção de Zé Celso Martinez, e depois a série de shows intitulada Mpbar apresentado no Teatro Folha. http://www.myspace.com/adrianamorera

Assista vídeo:

TUCO & BATALHÃO DE SAMBISTAS recebem TIA SURICA DA Portela


O que:- TUCO & BATALHÃO DE SAMBISTAS
Convidada:- Tia Surica da Porttela
Quando:- 20/04/2012
Horário:- 22h
Onde:- Clube Anhanguera.
End:- Rua dos Italianos, 1261 - Bom Retiro.
Entrada: R$ 20,00.

Após o ano vitorioso com diversas participações e o inesquecível encerramento de ano com Elton Medeiros em abril o Batalhão vem com tudo na reinauguração do Anhanguera ! E dessa vez com mais um convidado de peso: Tia Surica, umas das belas vozes da Velha Guarda da Portela. E estão todos convidados pra relembrar com a gente as lindas melodias da antiga Portela. Sambas de Alcides, Chatim, Manacéa, Aniceto e muitos outros bambas... Não percam!

Tia Surica

Batizada como Iranette Ferreira Barcellos, essa dama do samba ganhou o apelido de Surica ainda bem novinha. Ela conta que em 1944, aos quatro anos de idade, desfilou pela primeira vez na Portela, presa na cintura da mãe. E daí não parou mais!

Em 1966 foi convidada pelo velho Natal a cantar na avenida ao lado de Catoni e Maninho o samba enredo "Memórias de um sargento de milícias" de Paulinho da Viola. Fundou também na Portela a Ala Corações Unidos.

A convite do mestre Manacéa, Surica passou a integrar o time de pastoras da Velha Guarda da Portela com quem se apresenta até hoje... Nos quintais da Velha Guarda conviveu com os grandes bambas da Portela. Em depoimento a João Batista Vargens, destacou três integrantes da Velha Guarda: Manacéa, pela organização e liderança; Ventura, pela voz; e Chico Santana pela poesia.

Assista vídeo:

Tuco e Batalhão de Sambistas


Tia Surica

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Canto pra Velha Guarda


Festa Comemoração do 4º Aniversário

O que:- Festa de Comemoração do 4º Aniversário
Quem:- Comunidade Canto pra Velha Guarda

Convidados:- Chapinha(Samba da Vela); Kaçula; Tito Amorim(Sandália de Prata); Anderson Alves; Léo (Viro Brasil); Ricardinho Guilherme; Brão Lopes e Marquinhos Jaca. Candeeiro do Samba; Samba da Velha; samba da Alegria e Orquestra do Samba CECAP.

Quando:- 21/04/2012
Horário:- 17h
Onde:- JB Bar – Lava Rápido
End:- Av Júlio Prestes, 547 – Vila Galvão - Guarulhos


Assista vídeo:

Comunidade Orquestra do Samba CECAP


No Samba do Cecap.

O que:- Samba no Cecap
Quem:- Comunidade Orquestra Do Samba Cecap
Quando:- 13/04/2012
Horário:- 19h
Onde:- Clube Parque Cecap
End:- Av Monteiro Lobato, 3415 – Cecap – Guarulhos
Entrada:- Mulheres VIP

Show de Cellia Nascimento e Erica Cardial


Encerramento da Mostra de Capoeira 2012.

Grande show com uma das mais belas vozes que representam nossa cidade pelo Brasil, Cellia Nascimento, convida Erica Cardial, para cantarem juntas em homenagem a capoeira guarulhense.

Com participação especial de Elisabete Viana, a musa do sambarock na decada 70.

Abertura do show Orquestra de Berimbau.

O que:- Show de Cellia Nascimento e Erica Cardial
Abertura:- Orquestra de Berimbau.
Quando:- 15/04/2012
Horário:- 11h
Onde:- Teatro Adamastor
End:- Av Monteiro Lobato – Macedo – Guarulhos - SP
Entrada Franca


Samba Jorge dia 14/04/2012 as 16h


Castelo Hassen – Sarau

Na Casa dos Cordéis em Guarulhos dia 29/04/2012.


Aristides Castelo Hanssen (São Paulo, 3 de setembro de 1941) é um jornalista brasileiro.

É fundador do Colégio Brasileiro de Poetas de Mauá, do grupo Literário Letraviva de Guarulhos e da Academia Guarulhense de Letras. É presidente honorário da Sociedade Guarulhense de Cultura Artística.

Iniciou a carreira escrevendo crônicas para os semanários A Ação e Tribuna Popular de Santo André. Iniciou o trabalho profissional como repórter na Folha Metropolitana (Santo André), transferindo-se depois, para a Folha Metropolitana de Guarulhos, onde foi editor de política, assinou a coluna No Mundo da Música Sertaneja, e coordenou o suplemento Folha Literária.

De 1984 a 2001 trabalhou no jornal Olho Vivo de Guarulhos. Aposentou-se por deficiência visual. Continuou como colaborador até 2004, com artigos semanais, abordando temas do momento de forma poética e bem humorada. Em 2007 voltou a escrever artigos semanais para o Diário de Guarulhos, marca que o Olho Vivo adotou em 2006.

Atualmente escreve crônicas para a Folha Metropolitana, de Guarulhos, e participa de vários movimentos culturais da cidade, principalmente na Casa dos Cordéis, espaço criado por Bosco Maciel.

Em 1997 recebeu o troféu Paulo Francis, outorgado pela Tribuna de Guarulhos.

Foi presidente da Academia Guarulhense de Letras de 2008 a 2010, entidade que ajudou a fundar em 8 de dezembro de 1978, junto com Gasparino José Romão, Laerte Romualdo de Souza, Ary Baddini Tavares, Milton Luiz Ziller, Adolfo Vasconcelos Noronha, Norlandio Meirelles de Almeida, João Ranali, Flavio Cleto Giovanni Trombetti, Oscar Gonçalves, Hildebrando de Arruda Cotrim, Onofre Leite, Silvio Ourique Fragoso, Geraldo Penteado de Queiroz e Néfi Tales.

O que:- Sarau
Quem:- castelo Hanssen
Quando:- 29/04/2012
Onde:- Casa dos Cordéis
End:- Av Torres Tibagy – Gopoúva –Guarulhos

Dandara e Paulo Monarco


Na Casa dos Cordéis dia 22/04/2012 em Guarulhos.

Dadara

Aos 21 anos cheios de identidade, está na pré-produção do seu primeiro disco solo.  Em um ritmo contemporâneo brasileiro, ela interpreta canções de novos compositores como André Caccia Bava, Fabio Cadore, Giana Viscardi, Jessé Santo, Jota Erre, Kana, Sara Tavares entre outros. Nomes consagrados também entram nesse repertório com músicas de Ary Barroso, Wilson Batista, Moacir Santos, Tom Zé, Lenine e Beatles, que Dandara permite-se influenciar.

A música sempre fez parte de sua vida. Bem cedo, aos 10 anos de idade já mostrava talento em palcos paulistanos. Em 2008 recebeu o primeiro lugar no Festival de Intérprete e da Canção 1º FICA, em São Paulo, defendendo “Inquietação” de Ary Barroso. No mesmo ano, gravou solos de “Consolação”e “Bocochê" de Vinicius de Moraes e Baden Powell, faixas do CD “Afrosambas” do Coral Unifesp, sob a regência do Maestro Eduardo Fernandes.

Sua voz também está presente em gravações como “Funeral de Sambista”, no álbum “Já Era a Hora” de Affonso Moraes, acompanhada dos músicos Alexandre Cueva (violão 7 cordas e percussão), Alê Ribeiro (clarinetas) e Bebê do Góes (cuícas) e no álbum “Queimando a Moleira” de Roney Giah com a canção “Estamos Seguros Embaixo do Meu Cobertor”.

Em julho de 2010 interpretou a canção “Pavana Para Uma Terra Viva” de Tom Zé e André Lima, ganhadora do Prêmio Musique Estadão (2ª Edição). No mesmo ano conquistou o 1º Lugar no 36º Festival de Música de Ilha Solteira com a canção Pirataria (letra: Ieda Varejão/melodia: Dandara).

Em sua formação musical, Dandara passou pela ULM (Escola de Música do Estado de São Paulo Tom Jobim), Pat Escobar, Jeane LoVetri entre outros. Atualmente tem orientação vocal de Sandra Espiresz.
http://clubecaiubi.ning.com/profile/Dandara#ixzz1rvPuoJDe

Paulo Monarco

Paulo Monarco (24) é um jovem compositor, cantor e instrumentista. Um dos maiores talentos dessa novíssima geração. Músico desde os onze anos e ganhador de diversos festivais, em 2009 lançou seu primeiro EP. Além de ser apontado como uma das maiores revelações nos últimos anos da música mato-grossense, Paulo Monarco vem construindo uma belíssima trajetória na música brasileira. Em seu repertório canções próprias e inéditas, parcerias com compositores importantes e consagrados – Celso Viáfora, Dulce Quental – além de releituras de músicas de parceiros; muitos deles também jovens autores, responsáveis por boa parte da produção musical brasileira contemporânea.

O modo de cantar e tocar seu violão se complementam numa sincronia intensa que evidencia e caracteriza suas canções. “Mais do que um prodigioso violonista, Paulo Monarco revela-se um extraordinário cantor. De forma audaz e despretensiosa, assaz afinado, sem deslizes, está sempre muito a vontade em palco” (Protásio de Morais, Folha do Estado MT). "Quem é Paulo Monarco? Ator? Poeta? Compositor? Produtor? No palco se transforma em feiticeiro, guiando o pensamento por caminhos que apenas ele consegue explicar" (Maicon Rodrigo, sobre o Calango 2010). Quem não o conhece descobre um compositor ousado, um intérprete vigoroso e um artista que desperta aos ouvidos aguçados atenção. http://paulomonarco.conexaovivo.com.br/


O que:- Dandara e Paulo Monarco
Quando:- 22/4/2012
Horário:- 16h
Onde:- Casa do Cordéis
End:- Av Torres Tibagy – Gopoúva = Guaruhos

Assista vídeo:-

Tia Ciata - "A Mãe do Samba"

"TIA CIATA", MÃE DO SAMBA...

" O samba é o mais belo documento da vida e da alma do povo brasileiro". (Rosane Volpatto-extraído do Texto SAMBA, SABOR DO BRASIL) Um grande abraço ao nosso patrono PAULINHO DA VIOLA. (Veja mais na página História do Samba)
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Pelo Fim da Ordem dos Músicos do Brasil !

Abaixo-Assinado Eletrônico pelo direito ao livre exercício da profissão de músico:

Participe você também, leia matérias neste blog.

Para assinar eletrônicamente:

http://www.carlosgiannazi.com.br/fale_conosco/abaixo-assinado-omb.htm

Paulinho da Viola- Entrevistado pelo programa Memória do Rádio

PAULINHO DA VIOLA - O Nosso Patrono

O Verso "Quando penso no futuro não esqueço meu passado" é creditado por Paulinho da Viola, em "Meu tempo é hoje", como sintese de sua obra, de sua vida. Recolhido de sua "Dança da Solidão"(72). (Pedro Alexandre Sanches - Folh aOn Line - 11/04/2003)

"Eu não costumo brigar com o tempo" afirma Paulinho da Viola (em 09/12/2004 - Folha On line)

"A música de Paulinho da Viola representa um universo particular dentro da cultura brasileira. Experimentá-la é reconhecer que a identidade cultural brasileira não é única, há sempre algo mais." (extraído do site de Paulinho da Viola)

A Obra de Paulinho da Viola já foi tema de livros, trabalhos acadêmicos, gravações e documentário. Em fase de finalizações, se encontra um Documentário realizado pela VideoFilmes com direção de Isabel Jaguaribe e roteiro de Zuenir Ventura. (Confira mais na página - PAULINHO DA VIOLA - Vídeos e muito mais)

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AGENDA CULTURAL DA PERIFERIA

A Ação Educativa é uma organização não governamental sem fins lucrativos que desenvolve a apóia projetos voltados para a educação e juventude, por meio de pesquisas, formação, assessoria e produção de informações. Mantém em sua sede o espaço de Cultura e Mobilização Social, aberto ao público, que promove regularmente atividades de formação, intercâmbio e difusão cultural. Vale a pena acessar : http://www.acaoeducativa.org.br/

Confira As Comunidades de SAMBA divulgadas.
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Samba do Sino comemora primeiro ano na noite de 15/12/2009 com história do samba

O Movimento Cultural Samba do Sino comemerou 01 ano de vida no último dia 15/12/2009, e presenteia os moradores da cidade com histórias que contam a evolução do samba no Brasil. A proposta nasceu com a idéia de resgatar esse pedaço da cultura popular. (Vanessa Coelho - Guarulhos Web 15/12/2009)