Samba do Sino

A Roda surge da necessidade em manter acesa a chama da Cultura Popular Brasileira, trazendo a tona histórias que são cantadas através de sambas tradicionais de todo o território nacional, da velha guarda aos novos compositores, pois o Samba Presente Não Esquece o Passado, deixando prevalecer o sotaque do samba paulista, do rural ao urbano. O Sino surge devido à dificuldade em encerrar o Samba às 22h, pois é realizado em bairro residencial. Surge a idéia de se utilizar um sino para indicar o final do samba. Ai começaram a dizer: –“Vamos naquele samba, aquele que o cara toca o Sino...” Assim acaba-se adotando o nome Samba do Sino. Houve a aceitação e respeito geral e assim se conveniou tocar o Sino para começar e para terminar o Samba.

CURIOSIDADES MÚSICA - NOVOS GRUPOS

CURIOSIDADES

BRIGAS NO SAMBA

Desta temos certeza, a guerra de palavras musicadas entre Noel Rosa e Wilson Batista, desta nos temos a certeza. Porem temos de tudo para este tema, boatos ou não. Muitos não confirmam as suas letras provocantes, mas elas estão aí e você deve decidir no que acredita ou não.



NOEL ROSA X WILSON BATISTA

Noel Rosa já despontava como grande compositor da Vila Isabel nos anos 30(século XX), conhecido como o “Poeta da Vila”. Em defesa de sua Vila Isabel e dos “malandros” de plantão, Noel trava uma rendosa briga com Wilson Batista (um dos bambas da Lapa). Indignado com a a letra da música “Lenço no pescoço” (Wilson Batista), lança “Rapaz Folgado”, onde criticava o estilo do rival, veja a letra:”Compra sapato e gravata/Joga fora esta gravata, que te atrapalha”. Em seguida, é contraposto por “Mocinho da Vila”, e Noel rebate com “Feitiço da Vila”, uma de suas músicas mais famosas. A polêmica ainda iria render outra obra prima de Noel, “Palpite Infeliz”.

Conheça tudo sobre esta história, assistindo o vídeo pelo link:

Duelo Noel Rosa x Wilson Batista - http://www.youtube.com/watch?v=dEvVQ-_KtU0


PAULINHO DA VIOLA X BENITO DI PAULA

Benito di Paula inovou em seu modo de tocar samba. Vestindo terno, gravatinha, cabelo comprido, e um piano. Na mesma época Paulinho da Viola lançou “Argumento”, que dizia o seguinte: “Ta legal, eu aceito o argumento/ Mas não me altere o samba tanto assim”. Paulinho se mostrou magoado com tais insinuações, alegando:”Claro que não é para ele, eu nunca faria isso com um Colega.” O argumento está aceito.

Veja os vídeos, acessando os links:

1º sucesso de Benito di Paula “Retalhos de Cetin” - http://www.youtube.com/watch?v=0Xy7EDoYgeY

“Argumento” Paulino da Viola - http://www.youtube.com/watch?v=T1gB9Dwn7Ek

Letra música "Argumento" - incluída no Disco Paulinho da Viola de 1975

Tá legal
Tá legal, eu aceito o argumento
Mas não me altere o samba tanto assim
Olha que a rapaziada está sentindo a falta
De um cavaco, de um pandeiro ou de um tamborim

Sem preconceito ou mania de passado
Sem querer ficar do lado de quem não quer navegar

Faça como um velho marinheiro
Que durante o nevoeiro
Leva o barco devagar

Agora veja a letra do samba "Do jeito que a vida quer" de Benito di Paula em homenagem a Ataulfo Alves, incluída no Disco Benito di Paula de 1976

Ninguém sabe a mágoa que trago
No peito, e quem me vê sorrir desse jeito
Nem sequer sabe a minha solidão

É que meu samba me ajuda na vida
Minha dor vai passando esquecida
Vou vivendo essa vida do jeito que ela me levar (2x)

Vamos falar de mulher
Da morena e dinheiro
Do batuque do surdo
E até do pandeiro
Mas não fale da vida
Que você não sabe o que eu já passei

Moço
Aumente esse samba que o verso não para
Batuque mais forte e a tristeza se cala
E eu levo essa vida do jeito que ela me levar

É do jeito que a vida quer
É desse jeito...(2x)

assista o vídeo através do Link: http://www.youtube.com/watch?v=zJIna_NKhic


Chacrinha fez piada sobre “Pedro Pedreiro” de Chico Buarque.

Chico Buarque deixou de participar de programas populares na televisão a partir de um desentendimento com o apresentador Chacrinha, que teria feito uma piada com a letra da canção Pedro Pedreiro. Irritado, Chico foi embora e nunca se apresentou no programa.

O executivo Boni proibiu qualquer referência a Chico durante a programação da TV Globo, depois que ambos também tiveram um entrevero, mas por pouco tempo, uma vez que ainda durante a década de 1970 suas músicas constavam das trilhas de várias telenovelas, como Espelho Mágico e Sétimo Sentido. Ao fim da proibição, vários anos depois, Chico aceitou fazer um programa com Caetano Veloso, que contou com a participação de outros artistas.



CHICO BUARQUE X CIRO MONTEIRO

Grandes amigos , porem no futebol tinham um ponto de discórdia: Chico é Fluminense e Monteiro Flamengo. Torcedores fanáticos. Em 1969 Ciro resolve provocar Chico: Disse que iria dar de presente a filha recém-nascida de Chico (Silvia) uma camisa do Flamengo. Chico não perde tempo e fez uma música: “Ilmo sr Ciro Monteiro” – também chamada de “Receita para Virar Casaca de Nenèm”. Veja a letra: “Nela diz Minha petiz / Agradece a camisa / Que lhe deste à guisa / De gentil presente / Mas caro nêgo / Um pano rubro-negro / É presente de grego / Não de um bom irmão. E segue explicando que a tentativa de converter a pequena ao Flamengo fora em vão: Amei o teu conselho / Amei o teu vermelho / Que é de tanto ardor / Mas quis o verde / Que te quero verde / É bom pra quem vai ter / De ser bom sofredor / Pintei de branco o teu preto / Ficando completo / O jogo de cor / Virei-lhe o listrado do peito / E nasceu deste jeito / Uma outra tricolor”. No entanto, Silvia acaba sendo rubro-negra.


Veja vídeo “Ilustríssimo Sr Ciro Monteiro” - http://www.youtube.com/watch?v=EQOl1OWIiZ0


CHICO BUARQUE X TROPICALISMO

Nem toda loucura é genial

Em 1967, um artista começava a se tornar a única unanimidade nacional, como definiu à época Millôr Fernandes. O jeito tímido, o ar de genro ideal e os caprichados sambas tradicionais diferenciavam Chico Buarque da turma que pretendia revolucionar a música brasileira: a Tropicália. Por isso, passou a ser tachado de antiquado pelo movimento. Em resposta aos tropicalistas, Chico escreveu um artigo no jornal Última Hora sob o título “Nem toda loucura é genial, nem toda lucidez é velha”. E muitos viram em Essa Moça Tá Diferente o contra-golpe mortal. Na canção, a personagem anseia se modernizar a qualquer custo, desdenha de tudo que pareça velho, mas samba escondida, que é pra ninguém reparar.

Veja artigo no jornal Última hora publicada em 09/12/1968 - "Nem toda loucura é genial, nem toda lucidez é velha"- Chico Buarque, como segue:



Nem toda loucura é genial, nem toda lucidez é velha
 
Última Hora - 09/12/68

Estava mal chegando a São Paulo, quando um repórter me provocou: "Mas como, Chico, mais um samba? Você não acha que isso já está superado?" Não tive tempo de me defender ou de atacar os outros, coisa que anda muito em voga. Já era hora de enfrentar o dragão, como diz o Tom. Enfrentar as luzes, os cartazes, e a platéia, onde distingui um caro colega regendo um coro pra frente, de franca oposição. Fiquei um pouco desconcertado pela atitude do meu amigo, um homem sabidamente isento de preconceitos. Foi-se o tempo em que ele me censurava amargamente, numa roda revolucionária, pelo meu desinteresse em participar de uma passeata cívica contra a guitarra elétrica. Nunca tive nada contra esse instrumento, como nada tenho contra o tamborim. O importante é ter Mutantes e Martinho da Vila no mesmo palco.

Mas, como eu ia dizendo, estava voltando da Europa e de sua música estereotipada, onde samba, toada etc. são ritmos virgens para seus melhores músicos, indecifráveis para seus cérebros eletrônicos. "Só tenho uma opção, confessou-me um italiano - sangue novo ou a antimúsica. Veja, os Beatles, foram à Índia..." Donde se conclui como precipitada a opinião, entre nós, de que estaria morto o nosso ritmo, o lirismo e a malícia, a malemolência. É certo que se deve romper com as estruturas. Mas a música brasileira, ao contrário de outras artes, já traz dentro de si os elementos de renovação. Não se trata de defender a tradição, família ou propriedade de ninguém. Mas foi com o samba que João Gilberto rompeu as estruturas da nossa canção. E se o rompimento não foi universal, culpa é do brasileiro, que não tem vocação pra exportar coisa alguma. Quanto a festival, acho justo que estejam todos ansiosos por um primeiro prêmio. Mas não é bom usar de qualquer recurso, nem se deve correr com estrondo atrás do sucesso, senão ele se assusta e foge logo. E não precisa dar muito tempo para se perceber "que nem toda loucura é genial, como nem toda lucidez é velha."

Essa Moça Tá Diferente - Chico Buarque e Toquinho - http://www.youtube.com/watch?v=K7AxzReBOgE&feature=related


Essa Moça Tá Diferente
Chico Buarque

Essa moça tá diferente
Já não me conhece mais
Está pra lá de pra frente
Está me passando pra trás
Essa moça tá decidida
A se supermodernizar
Ela só samba escondida
Que é pra ninguém reparar
Eu cultivo rosas e rimas
Achando que é muito bom
Ela me olha de cima
E vai desinventar o som
Faço-lhe um concerto de flauta
E não lhe desperto emoção
Ela quer ver o astronauta
Descer na televisão
Mas o tempo vai
Mas o tempo vem
Ela me desfaz
Mas o que é que tem
Que ela só me guarda despeito
Que ela só me guarda desdém
Mas o tempo vai
Mas o tempo vem
Ela me desfaz
Mas o que é que tem
Se do lado esquerdo do peito
No fundo, ela ainda me quer bem

Essa moça tá diferente
Já não me conhece mais
Está pra lá de pra frente
Está me passando pra trás

Essa moça é a tal da janela
Que eu me cansei de cantar
E agora está só na dela
Botando só pra quebrar

Mas o tempo vai
Mas o tempo vem
Ela me desfaz
Mas o que é que tem
Que ela só me guarda despeito
Que ela só me guarda desdém
Mas o tempo vai
Mas o tempo vem
Ela me desfaz
Mas o que é que tem
Se do lado esquerdo do peito
No fundo, ela ainda me quer bem

Essa moça...

CLARA NUNES X BETH CARVALHO

Esta disputa fez lembra uma outra, Marlene e Emilinha, as divas. O autor Vagner Fernandes, em seu livro, tenta explicar a rivalidade entre as duas Clara e Beth. Clara grava um disco só com Samba na Odeon que faz muito sucesso. Beth que havia proposto um LP do gênero não teve a idéia aceita pela mesma gravadora.



ARLINDO CRUZ X SOMBRINHA

Os maiores sucessos do Grupo Fundo de Quintal levam assintura destes dois compositores. Em 1993 deixaram o grupo e partiram para carreira solo. Lançaram a dupla “Arlindo Cruz e Sombrinha”. Três anos depois anunciaram a separação. Em 2002, Sombrinha ficou magoado alegando que nunca havia sido convidado a participar do pagode que o ex- parceiro promovia da na Barra da Tijuca.



Arlindo Cruz & Sombrinha – “O Show tem que continuar” - http://www.youtube.com/watch?v=ELwU-eShPuA


DICK FARNEY X LÚCIO ALVES

Os dois artista tinham estilos muito parecidos, transpiravam e cantavam de maneira elegante. Na verdade nunca houve nenhum desentendimento entre ambos, porem os fãs colocaram-se em trincheiras. Para desgosto dos mais radicais, em 1954, ods dois gravam “Teresa da Praia” de Tom Jobim e Billy Branco, que é considerado o embrião da BOSSA NOVA.



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CORTA A JACA RUI BARBOSA

Às vezes repercutimos determinados assuntos ou episódios sob o efeito da emoção, e a bem da verdade, não é a melhor forma de opinar. No decorrer da história, vários interlocutores cometeram tal impropério. Entre estes momentos posso citar o comentário do então senador da república Rui Barbosa, nosso Águia de Haia, membro fundador da Academia Brasileira de Letras, deputado, ministro, amigo de Castro Alves, jornalista, bacharel em direito, quatro vezes candidato à presidência da república.

Já em 1914, ás vésperas de deixar a presidência, o Mal. Hermes da Fonseca oferece um jantar de despedida de governo, presente estão a alta sociedade, grande parte do corpo diplomático. No cardápio musical Arthur Napoleão, Liszt, Gottschalk, entre outros. Porém, o que ninguém se dava conta, é que a esposa do então presidente, Sra. Nair de Teffé guardava uma grande surpresa musical. Ao final da apresentação, se apossa de um violão e interpreta o Corta- Jaca, um tango-brasileiro (maxixe), de autoria de nada menos do que Chiquinha Gonzaga. Não é nem preciso muito esforço para entender a enorme repercussão - “Um tango popular no Catete”.

No dia seguinte, o senador Rui Barbosa, comenta o acontecido no Senado, “Uma das folhas de ontem estampou em fac-símile o programa da recepção presidencial em que, diante do corpo diplomático, da mais fina sociedade do Rio de Janeiro, aqueles que deviam dar ao país o exemplo das boas maneiras mais distintas e dos costumes mais reservados elevaram o corta-jaca à altura de uma instituição social. Mas o corta-jaca de que eu ouvira falar há muito tempo, que vem a ser ele, Sr Presidente? A mais baixa, a mais chula, a mais grosseira de todas as danças selvagens, a irmã gêmea do batuque, do cateretê e do SAMBA. Mas nas recepções presidenciais o corta-jaca é executado com todas as honras de Wagner, e não se quer que a consciência desse país se revolte, que as nossas faces se enrubesçam e que a mocidade se ria!”. Este “incidente” fica tão conhecido, que o mandato do Presidente Mal. Hermes da Fonseca fica apelidado de Corta-Jaca.

Veja o vídeo da música "Corta a Jaca" - http://www.youtube.com/watch?v=fx6K4rP2KPA


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FESTIVAIS

Bastidores revolvem era dos festivais


PEDRO ALEXANDRE SANCHE- da Folha de S.Paulo 27/05/2003

Um dos períodos-chave da música popular brasileira é revolvido por dentro em "A Era dos Festivais - Uma Parábola", de Zuza Homem de Mello, 69, musicólogo, pesquisador e testemunha ocular de boa parte da história.

Zuza fecha foco no período 1960-1972, restringindo a esse intervalo o que chama de "era dos festivais" --para ele, só ali houve eventos de íntima ligação entre participação política e estética.

O livro confere sabor de ineditismo a diversas passagens que cruzam bastidores (o autor foi técnico de som dos principais festivais da TV Record), pesquisa e contexto político. Mello formula, por exemplo, nova versão sobre o suposto empate, em 66, entre "A Banda", de Chico Buarque, e "Disparada", de Geraldo Vandré e Théo de Barros.

Livro faz revelações inéditas dos bastidores dos festivais de música

Sugere a figura do compositor Gutemberg Guarabyra como uma espécie de agente subversivo infiltrado na direção artística do Festival Internacional da Canção de 70, da Rede Globo. E descreve um cerco que o regime militar teria promovido sobre um levante de movimento black naquele mesmo festival, perturbando planos do então presidente Emílio Médici de integrar o FIC ao espírito "pra frente, Brasil" de 70.

Tendo guardado no cofre de sua casa as cédulas de votação do festival da Record de 66, Mello revela que "A Banda" seria a real vitoriosa, por sete votos a cinco. Diz que Chico teria exigido o empate, supostamente por acreditar na superioridade da rival "Disparada".

Procurado pela Folha para confirmar ou negar a nova versão, Chico não quis se manifestar.

VÍDEOS - OS Acesse links

A BANDA - CHICO AO VIVO - 1966 - http://www.youtube.com/watch?v=wFPPawLq_5Q

Jair Rodrigues - Disparada - Festival de 1966 - http://www.youtube.com/watch?v=AkghEx3g6wI

O livro conta que Guarabyra, além de funcionário da Globo, mantinha estreitos laços com organizações de esquerda. Seu apartamento, situado em frente a uma delegacia, era também esconderijo e entreposto de armas. "Duvido que alguém soubesse disso até hoje, mesmo na Globo", diz Mello. "Nunca falou a ninguém, porque ninguém perguntou."

VÍDEO - Acesse o link

Os Festivais da Record - (Produção: Celso de Blasiis) - http://www.youtube.com/watch?v=ufsObVmajZo&feature=related


Guarabyra teria atuado na articulação da desistência conjunta de Chico, Tom Jobim, Paulinho da Viola e outros em participar do festival de 70, tumultuando o evento e denunciando assim as restrições impostas aos artistas pela censura militar.

Diz Guarabyra, que só recentemente revelou sua história ao escritor: "Eu não era um agente duplo, mas não achava justo usar um festival para fazer propaganda de um regime que tinha a oposição de todos os artistas". Diz que escapou de "receber uma lição" porque fugiu para Brasília e conseguiu que se lesse no Congresso um manifesto dos autores, contando o que a Globo não mostrara. Enquanto isso acontecia por trás, na tela propósitos ufanistas eram derrotados pela soturna "BR-3", defendida pelo black power Toni Tornado.

VÍDEO - Acesse o link


Mais confusão houve na fase internacional do festival, quando o maestro negro Erlon Chaves ofendeu o regime ao cantar "Eu Também Quero Mocotó" (de Jorge Ben) rodeado de moças brancas seminuas, que dançavam e acariciavam-no sensualmente.

"Toni Tornado tinha uma consciência social de que as pessoas não têm idéia. Não por acaso, ele, Erlon e Wilson Simonal eram negros. Depois do FIC, o regime caiu violentamente sobre eles", afirma.

São algumas das histórias desvendadas em "A Era dos Festivais", que ainda discorre sobre a ruína de Geraldo Vandré após o FIC de 68, histórias policialescas de fãs politizadas e, claro, o auge das disputas entre os "ortodoxos" (Chico, Vandré, Elis) e os tropicalistas (Caetano e Gil) em 67, antes de a parábola começar a cair.

VÍDEOS - OS Acesse links

Festivais da Globo - Parte 1 - http://www.youtube.com/watch?v=cwQ_Kt64bXs

Festivais da Globo - Parte 2 - http://www.youtube.com/watch?v=-sYkWmdmRsc&NR=1

"A Era dos Festivais"

Autor: Zuza Homem de Mello

Editora: Editora 34

Páginas: 528
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Nesta Seção estaremos divulgando Gente Nova cantando Samba de Raiz.

Grupo Zé da Guiomar - Vale a pena conferir.


O grupo, que iniciou sua trajetória em dezembro de 2000, tem como repertório o melhor de nosso samba e da bossa nova com interpetrações Próprios arranjadas pelos músicos, dando assim uma visão distinta e original das obras de grandes compositores como Cartola, Noel Rosa, Nelson Cavaquinho, Paulinho da Viola, Tom Jobim, Chico Buarque além de composições próprias. O grupo é um dos responsáveis pelo fortalecimento e renovação do samba na capital mineira. (Material extraído do site do Grupo Zé da Guiomar) Confira isto e muito mais Através do site: http://www.zedaguiomar.com.br/



Grupo Ilha - Espírito Santo



O GRUPO ILHA, fundado em 30 de Março de 2006 em Vitória_ES / Brasil. A proposta deste quarteto aguerrido é levar ao publico repertório específico de talentos imortais como: Chico Buarque, João Nogueira, Paulinho da Viola, João Bosco, Toquinho & Vinícius, Djavan, Gonzaguinha, Martinho da Vila, dentre outros, configurando "A Nata do Samba ". Há a algum tempo atrás Rodrigo Tristão, Marcus Bacalhau e Mestre Ditão Participaram do grupo de muito sucesso "Linha de Passe", onde havia uma proposta musical semelhante. O repertório talvez seja o ponto chave desta proposta, pois você terá uma oportunidade de compartilhar com outras pessoas o Desfrute de tamanha riqueza musical, arranjos carinhosamente contundentes ensaiado com, que com certeza abrirá um canal de sintonia entre o "Grupo da Ilha e você" . http://www.myspace.com/grupoilhadevitoria



Sambêbados - Ribeirão Preto - SP



Nascido espontaneamente de um grupo de amigos, o Sambêbados teve início em botecos de Ribeirão Preto / SP, onde os integrantes, amigos de infância, se reuniam apenas para conversar e fazer um som. Procurando fazer música de qualidade, o grupo foi se profissionalizando naturalmente, sem nunca deixar de fazer da roda de samba uma roda de amigos e, principalmente, sem perder o caráter descontraído e espontâneo que uma boa e velha roda proporciona. Junto às experiências e influências pessoais de cada músico, o grupo se preocupa em trazer para o público uma tradição de sambistas Consagrados da música brasileira, como Cartola, Nelson Cavaquinho, Paulinho da Viola, Noel Rosa, João Nogueira, Demônios da Garoa, Originais do Samba, Fundo de Quintal, Zeca Pagodinho e Arlindo Cruz. Conta com O Sambêbados: Biondo - Timba e voz, Guilherme - Pandeiro e voz, João Henrique - Violão e voz, José Marcos - Rebolo e voz, Leonardo - Tamborim e voz, Maysa - Ganzá e voz, Stefano - Cavaco e voz; e Todo o público ao redor da mesa! http://www.myspace.com/sambebados



Tuco e Batalhão de sambistas -- São Paulo




O Grupo Batalhão de sambistas foi formado para acompanhar o cantor Tuco. Por Serem músicos de grande versatilidade e amantes do samba, seja ele "samba de quadra" ou dos "salões", em suas apresentações exaltam os grandes mestres deste gênero musical. Eels também priorizam sempre o formato original das canções, buscando dessa forma tratar cada samba apresentado, com toda Reverência eo respeito que o samba merece. Por se tratar de um grupo que canta sambas antigos, pouco conhecidos ou até mesmo inéditos desses compositores ilustres, não significa que não tenham olhos e ouvidos para o presente. Mas a lição do passado é sempre uma diretriz mais forte, escreveram já que foram eles que a história. Sendo assim, o grupo Batalhão de sambistas eo cantor Manter Tuco procuram a melhor forma de preservar Possível e enaltecer a essência verdadeira do que se faz. Cada integrante Na Sua Particularidade tem uma história musical, são diversas fontes e gêneros da música boa. http://www.myspace.com/tucoebatalhaodesambistas



Samba Torto



Samba do bom, samba bem, que é Samba Torto Influências Noel Rosa, Cartola, Paulinho da Viola, João Nogueira, Zé Keti, Wilson das Neves, Chico Buarque, Nelson Cavaquinho, Ataulfo Alves, Gonzaguinha, João Bosco, Ary Barroso, Herivelto Martins , Custódio Mesquita, Assis Valente, Adoniram Barbosa, Délcio Carvalho, Dona Ivone Lara, Baden Powell e Vinicius de Moraes. http://www.myspace.com/sambatorto



Cachaça da Samba - Rio de Janeiro



O show "Cachaça dá Samba" é o resultado de um disco com repertório em que a bebida destilada é tema de composições que vão da gafieira à música caipira e da marchinha ao partido alto. Com produção e arranjos de Henrique Cazes, o disco reedita o duo formado por Alfredo Del-Penho e Pedro Paulo Malta - jovens cantores projetados nenhum circuito de samba da Lapa, que estrearam em dupla com o elogiado CD bicudos "Dois" (2004). No grupo que acompanha os intérpretes nas 14 faixas do CD (duas das Quais inéditas), Henrique Cazes (tenor que participa tocando cavaquinho, violão violão e viola caipira) se junta ao irmão Beto Cazes (percussões) ea Luís Filipe de Lima (violão de 7 cordas). A pesquisa de repertório resultou num vasto painel de gêneros musicais e épocas (com homenagens à cachaça que vão do início do século 20 aos dias de hoje). Aos antigos compositores juntam-se contemporâneos como Wilson Moreira Zeca Pagodinho (parceiros no samba calangueado "Moenda velha", gravado por Zeca em 1993), Moacyr Luz (Compôs que "A verdade é pura" especialmente para este CD) eo obscuro Jota Canalha, que contribui com uma jocosa "Baranga das dez, broto das duas", também inédita. O "Cachaça dá samba" também passeia pelo universo de grandes intérpretes da música brasileira: do repertório de Inezita Barroso foi regravado o sucesso caipira "Marvada Pinga" também (conhecida como "Moda da Pinga", de Ochelsis Laureano e Raul Torres), enquanto Jackson do Pandeiro é lembrado Através do samba nordestino "Quem não sabe beber" (de Elino Julião e Severino Ramos). http://www.myspace.com/cachacadasamba


Pedro Miranda - Rio de Janeiro

... Para começar, o estilo despojado do cantor, sem afetação, sem tiques Nenhuns, dá conta de toda uma cultura crítica Possível atual relativa ao canto popular brasileiro. Voz maleável, incrivelmente Confortável Nas regiões agudas, ele mostra destreza e agilidade sem que se perceba Esforço de sua parte. E o fraseado revela Reverência e familiaridade com a história do samba. Mas é uma escolha do repertório que ilumina as virtudes do seu estilo. Esse repertório (para Cuja feitura ele agradece a colaboração de Cristina Buarque e Paulão 7 Cordas) diz tudo sobre o que DEVE ser dito a respeito do que vem acontecendo com o samba, desde que este se Tornou emblema da musicalidade brasileira ( "O mito é o nada que é tudo "), passando pelo furacão camuflado que foi uma bossa nova, e não pela sua Recolocação ambiente que o forjou: a boemia que entre TRANSITA e Certos morros Certas áreas do asfalto carioca ... (Caetano Veloso) http://www.myspace.com/pedrinhomiranda

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Tia Ciata - "A Mãe do Samba"

"TIA CIATA", MÃE DO SAMBA...

" O samba é o mais belo documento da vida e da alma do povo brasileiro". (Rosane Volpatto-extraído do Texto SAMBA, SABOR DO BRASIL) Um grande abraço ao nosso patrono PAULINHO DA VIOLA. (Veja mais na página História do Samba)
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Pelo Fim da Ordem dos Músicos do Brasil !

Abaixo-Assinado Eletrônico pelo direito ao livre exercício da profissão de músico:

Participe você também, leia matérias neste blog.

Para assinar eletrônicamente:

http://www.carlosgiannazi.com.br/fale_conosco/abaixo-assinado-omb.htm

Paulinho da Viola- Entrevistado pelo programa Memória do Rádio

PAULINHO DA VIOLA - O Nosso Patrono

O Verso "Quando penso no futuro não esqueço meu passado" é creditado por Paulinho da Viola, em "Meu tempo é hoje", como sintese de sua obra, de sua vida. Recolhido de sua "Dança da Solidão"(72). (Pedro Alexandre Sanches - Folh aOn Line - 11/04/2003)

"Eu não costumo brigar com o tempo" afirma Paulinho da Viola (em 09/12/2004 - Folha On line)

"A música de Paulinho da Viola representa um universo particular dentro da cultura brasileira. Experimentá-la é reconhecer que a identidade cultural brasileira não é única, há sempre algo mais." (extraído do site de Paulinho da Viola)

A Obra de Paulinho da Viola já foi tema de livros, trabalhos acadêmicos, gravações e documentário. Em fase de finalizações, se encontra um Documentário realizado pela VideoFilmes com direção de Isabel Jaguaribe e roteiro de Zuenir Ventura. (Confira mais na página - PAULINHO DA VIOLA - Vídeos e muito mais)

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AGENDA CULTURAL DA PERIFERIA

A Ação Educativa é uma organização não governamental sem fins lucrativos que desenvolve a apóia projetos voltados para a educação e juventude, por meio de pesquisas, formação, assessoria e produção de informações. Mantém em sua sede o espaço de Cultura e Mobilização Social, aberto ao público, que promove regularmente atividades de formação, intercâmbio e difusão cultural. Vale a pena acessar : http://www.acaoeducativa.org.br/

Confira As Comunidades de SAMBA divulgadas.
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Samba do Sino comemora primeiro ano na noite de 15/12/2009 com história do samba

O Movimento Cultural Samba do Sino comemerou 01 ano de vida no último dia 15/12/2009, e presenteia os moradores da cidade com histórias que contam a evolução do samba no Brasil. A proposta nasceu com a idéia de resgatar esse pedaço da cultura popular. (Vanessa Coelho - Guarulhos Web 15/12/2009)