Samba do Sino

A Roda surge da necessidade em manter acesa a chama da Cultura Popular Brasileira, trazendo a tona histórias que são cantadas através de sambas tradicionais de todo o território nacional, da velha guarda aos novos compositores, pois o Samba Presente Não Esquece o Passado, deixando prevalecer o sotaque do samba paulista, do rural ao urbano. O Sino surge devido à dificuldade em encerrar o Samba às 22h, pois é realizado em bairro residencial. Surge a idéia de se utilizar um sino para indicar o final do samba. Ai começaram a dizer: –“Vamos naquele samba, aquele que o cara toca o Sino...” Assim acaba-se adotando o nome Samba do Sino. Houve a aceitação e respeito geral e assim se conveniou tocar o Sino para começar e para terminar o Samba.

JD TRANQUILIDADE - Nomes de Ruas - Reportagens


Ele também estudou na Escola João Álvares no Jardim Tranquilidade


Ao lado direito do Gabriel Jesus de camisa verde é o José Eduardo - padeiro. Estudamos no Colégio João Álvares no Jardim Tranquilidade. Padeiro porque sua família era dona da padaria na Av São Paulo enfrente ao Baco Itaú                        

Foto enviada pelo Prof. Aécio.


E E JOÃO ÁLVARES DE SIQUEIRA BUENO
Desfile cívico de 07 de setembro 2012 pelas ruas do Jardim Tranquilidade.

O Grupo Escolar João Álvares de Siqueira Bueno foi criado por decreto publicado em 29 de junho e instalado em 01 de agosto de 1950. Inicialmente denominado como Grupo Escolar de Gopoúva. Na ocasião funcionava em dois períodos letivos, contando com 04 professores e com 165 alunos, sendo 85 do sexo feminino e 81 masculino. Contava ainda com 01 substituto, 04 leigas, 01 servente diarista. Tinha como horário de funcionamento das 8h55min às 11h55min – 02 classes e das 12h10min às 16h10min – 02 classes. A primeira diretora foi Linda Nauar. Hoje é denominado como E.E. João Álvares de Siqueira Bueno.


A EE Joao Alvares Siqueira Bueno, localizada no bairro Jardim Tranqüilidade, na cidade de Guarulhos, estado São Paulo, está situada na R Cabo Antônio Pereira da Silva 438.

Atualmente Denise Bolleta (setembro de 2011) é a diretora da escola. Denise é moradora do bairro, profissional comprometida com as questões educacionais e de desenvolvimento sócio-culturais, motivadora por excelência, com certeza está transformando o saber na região do Jardim Tranqüilidade. Hoje esta Instituição de Ensino tem 1.400 alunos matriculados, 86 professores, distribuídos entre Ensino Fundamental e EJA, com três períodos letivos, sendo o último à noite especificamente para alunos do EJA. A escola possui um blog que pode ser consultado no endereço http://www.joaoalvares.blogspot.com/ .

Neste último dia 07 de setembro de 2011, tivemos a oportunidade de ver a dedicação destes profissionais da educação, liderados pela Diretora Denise, na elaboração de um desfile cívico pelas ruas do bairro do Jardim Tranqüilidade. A escola não tinha nem instrumentos musicais para sua fanfarra, muito menos alunos aptos para tocar os instrumentos há alguns meses atrás, diríamos que era uma missão quase impossível. Pois bem, conseguiram instrumentos que não estavam sendo utilizados em outra escola da região, reformaram e partiram para os ensaios. Resultado, no dia 02 de setembro desfilaram na Praça do Jardim Vila Galvão. Neste dia 07 de setembro, realizaram um belo desfile que contou com 120 alunos e a participação dos professores. Neste dia 07, o desfile teve sua concentração na Rua Vinicius, percorreu as Ruas Jacob, Praça N.S. Fátima, Manoel Quintão, Bezerra de Menezes, Cabo Antonio Pereira da Silva e dispersão na Vinicius.

Em conversa com a educadora Denise Bolleta nos confidenciou que pretende realizar um jantar com ex-alunos da escola muito brevemente.

Siqueira Bueno

Siqueira Bueno dá nome a família que teve grande participação política na capital do Estado de São Paulo, no final do século XIX, e na história da cidade de Guarulhos, incluindo o período de emancipação, quando ainda se chamava "Nossa Senhora da Conceição dos Guarulhos". Nesta região os representantes da Família possuíam terras que, segundo consta nos arquivos da cidade, estavam localizadas onde é hoje a Base Aérea de São Paulo, o Aeroporto Internacional e a Cidade Satélite Industrial de Cumbica. (RANALI, João. Repaginando a História: Guarulhos. São Paulo: Soge, 2002.)

João Álvares de Siqueira Bueno

Nascido no núcleo central de Guarulhos, provável “inspirador da lei que elevou” a “Freguesia” à “Vila”, era grande proprietário de terras na região, além de possuir propriedades na Capital (Romão e Noronha, 1985 p. 96). Figura de ponta da política regional, João Bueno, como ficou conhecido, pertenceu ao Partido Liberal, foi deputado provincial (1880-1881 e 1884-1885), vereador e Intendente de Higiene da Capital (O Estado de São Paulo, 17/11/1912).

Após emancipação de Guarulhos, João Bueno teve seu prestígio político elevado e interesses atendidos na nova “Vila”. Uma demonstração disso é que, em 30 de abril de 1891, em conjunto com Guilherme Maxwell Rudge, João Bueno obteve concessão da Câmara de Guarulhos para a construção de uma linha de bonde (ferro carril) por tração animada ou a vapor. Uma autorização com validade de 50 anos (Ata da Câmara, 30/04/1891). (Identidade urbana e globalização: a formação dos múltiplos territórios em ... Por Carlos José Ferreira dos Santos)

Sobre a emancipação de Guarulhos, João Álvares de Siqueira Bueno, na época deputado provincial, foi grande influenciador. A influência da Família é tão forte nesta cidade que rendeu a citação no hino do município: Tuas praças são livros abertos, / Onde lemos futuro e glória. / Crispiniano e Bueno fulguram / como vultos eternos na História.

João Álvares de Siqueira Bueno ainda dá nome a rua Siqueira Bueno, que junto com as ruas Fernando Falcão e Rua do Oratório formam o limite leste do bairro da Mooca.
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CONHEÇA A ORIGEM DOS NOMES DA RUAS DE SEU BAIRRO

RUA BATUÍRA
Homenagem a António Gonçalves da Silva

Nascido a 19 de março de 1839, em Portugal, na Freguesia de Águas Santas, hoje integrada nenhuma Conselho da Maia, e desencarnado em São Paulo, no dia 22 de janeiro de 1909. Seu nome de origem era Antônio Gonçalves da Silva, entretanto, Devido a ser um moço muito ativo, correndo daqui para acolá, a gente da rua o apelidara "O Batuíra", o nome que se dava à Narceja, ave pernalta, muito ligeira, de vôo rápido, que frequentava os charcos na várzea formada, no atual Parque D. Pedro II, em S. Paulo, pelos transbordamentos do rio Tamanduateí. Desde então o cognome "Batuíra" foi incorporado ao seu nome. Abolicionista, colaborou com grandes Abolicionistas como Luiz Gama, José do Patrocínio, Raul Pompéia, Paulo Ney, Antônio Bento, Rui Barbosa e tantos outros grandes paladinos das idéias liberais. Tornou-se um dos pioneiros do Espiritismo no Brasil. Fundou o "Grupo Espírita Verdade e Luz", onde, no dia 6 de abril de 1890, diante de enorme assembléia, dava início uma uma série de explanações sobre "O Evangelho Segundo o Espiritismo". Figura bastante popular em S. Paulo, Batuíra Tornou-se querido de todos, TENDO vários órgãos da imprensa leiga registrado uma desencarnação e sua apologiado A sua figura exponencial de homem caridoso e dedicado aos sofredores.

RUA BEZERRA DE MENEZES
Homenagem a Adolfo Bezerra de Menezes

Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcanti (Riacho do Sangue, 29 de agosto de 1831 - Rio de Janeiro, 11 de abril de 1900) foi um médico, militar, escritor, jornalista, político e expoente da Doutrina Espírita no Brasil. Em 1838, aos sete anos de idade, ingressou na escola pública da Vila Frade (adjacente ao Riacho do Sangue), onde, em dez meses, aprendeu os Princípios da educação elementar. Em 1842, como consequência de perseguições políticas e dificuldades financeiras, a sua família mudou-se para uma antiga vila de Maioridade (serra do Martins), no Rio Grande do Norte, onde o jovem, então com onze anos de idade, foi matriculado na aula pública de Latim. Em dois anos já substituía o professor em classe, em seus impedimentos. Em 1846, a família retornou à Província do Ceará, fixando residência na capital, Fortaleza. O jovem foi matriculado no Liceu do Ceará, onde concluiu os estudos PREPARATÓRIOS. Pela atuação destacada nenhum movimento espírita da capital brasileira não último quartel do século XIX, Bezerra de Menezes foi considerado um modelo para muitos adeptos da Doutrina. Destacam-lhe a índole caridosa, a perseverança, ea disposição amorosa para superar os desafios. Essas características, somadas à sua militância na divulgação e na reestruturação do movimento espírita no País, fizeram com que fosse considerado o "Kardec Brasileiro", numa homenagem ao DEVIDA papel de relevância que desempenhou. Muitos seguidores acreditam, ainda, que Bezerra de Menezes continua, em espírito, a orientar e influenciar o movimento espírita. É considerado patrono de Centenas de Instituições Espíritas em todo o mundo.

AV EMILIO RIBAS
Homenagem a Emílio Marcondes Ribas

Emílio Marcondes Ribas nasceu em Pindamonhangaba, Vale do Paraíba, em 11 de abril de 1862. Estudou na Escola Pública de sua cidade e foi para o Rio de Janeiro cursar uma Faculdade de Medicina. Conclui o curso com mérito em 1887, defendendo tese sobre a aparente morte dos recém-nascidos. Como clínico geral, casa-se e vai morar em Santa Rita do Passa Quatro e depois muda-se para Tatuí. Em 1895 é Nomeado Inspetor Sanitário e trabalha em São Paulo, começando o combate às epidemias, principalmente a febre amarela nas cidades de Araraquara, Jaú, Rio Claro, Pirassununga e São Caetano. Em 1903 repete em São Paulo como experiências de Cuba, deixando-se picar, Juntamente com o seu contemporâneo Adolfo Lutz e outros voluntários, por mosquitos infectados pelo sangue de um portador da doença. O objetivo era provar que um era da febre amarela transmitida pelo Stegomiya fasciata. Naquele mesmo ano faz experiência de contato com Detritos de Doentes, Deitando-se com eles para comprovar sua tese, o qual verificou a ausência do contágio no Hospital de Isolamento, atual Instituto de Infectologia Emílio Ribas. No Quinto Congresso Brasileiro de Medicina e Higiene declara que a tese dos "contagionistas" Não tem valor.

Rua GABRIEL DELANNE
Homenagem a François-Marie Gabriel Delanne

François-Marie Gabriel Delanne - Um dia nos encontraremos pelo caminho da vida. Você vai esquecer de mim, mas eu não vou esquecer você.Existe sim amor a primeira vista. (Paris, França, 23 de Março de 1857 - 15 de Fevereiro de 1926), foi um espírita francês e importante defensor da cientificidade do Espiritismo durante uma transição do século XIX para o século XX, particularmente após o falecimento de Allan Kardec.O seu pai era espírita e amigo íntimo de Allan Kardec, a médio ea sua mãe, colaborou na Codificação. Graduou-se em Engenharia. Fundou uma União Espírita Francesa, em 1882, eo jornal Le Spiritisme no mesmo ano. Ao lado do filósofo Léon Denis, foi um importante Divulgador das idéias espíritas nessa época. Fez uma conferência por toda Europa, incluindo uma abertura do "I Congresso Espírita e Espiritualista", que ocorreu em 1890. Compreendendo que o perispírito não estava centro dos fenómenos espíritas, procurou distindir mediunismo de animismo. Auxiliou Charles Robert Richet, criador da metapsíquica, em suas pesquisas com um médium Marthe Béraud. Já em 1896 fundou a Revista Científica e Moral do Espiritismo, que por muitos anos levou um público Artigos científicos e filosóficos sobre a temática espírita.

RUA INÁCIO BITTENCOURT
Homenagem a Inácio Bittencourt
Nascido a 19 de abril de 1862, na Ilha Terceira, Arquipélago dos Açores, Freguesia da Sé de Angra do Heroísmo (Portugal), e desencarnado no Rio de Janeiro a 18 de fevereiro de 1943. Em plena juventude, emigrou para o Brasil, sem alimentar idéia de enriquecimento, mas buscando um ideal que sua intuição afirmava poder encontrar em sua segunda pátria. Bem cedo, com trinta anos de idade, sua personalidade alcançou grande destaque nos Meios espíritas e mesmo fora deles. Culminância poderia ter alcançado na política, desde que aceitasse uma indicação de seu nome para uma chapa de deputado, uma vez que era apoiado por vários senadores da República. Sua vitória na eleição não sofreria dúvida. Porém, sempre humilde, fugindo aos movimentos alheios à caridade, preferiu viver seu mundo sem, no qual Reinava uma figura exponencial e amorosa de Jesus Cristo. Com 80 anos de idade, retornou à patria espiritual, após lenta agonia. Dias antes da sua desencarnação, com uma coragem ea serenidade de um justo, ditara para os seus familiares os termos do convite para os seus Funerais: "A família Inácio Bittencourt comunica o seu falecimento. A pedido do morto, dispensam-se flores". Dona Rosa, sua bondosa companheira, ponderou: amontoou "Flores em Você na vida terrena, e essas flores virão agora engalanar A sua vida espiritual". O velho Seareiro, dando, mais uma vez, prova admirável da aquiesceu Capacidade de transigência do seu Espírito altamente evoluído,: Está bem. "Concordo com você e aceito as flores. Elas significarão a simpatia eo afeto de bondosos amigos para com o meu Espírito . Mas desejo que se transformem na derradeira homenagem que presto a você, nesta encarnação, ofertando-lhas logo após recebe-las. Nosso filho Israel se encarregará de proceder à oferenda ".

RUA JACOB
Homenagem a Frederico Figner

Frederico Figner nasceu na madrugada de 2 de Dezembro de 1866, na casa humilde de n º 37 da Rua Teynska, em Milevsko, perto de Tabor, Tcheco-Eslováquia, então Boêmia e parte do Império Austro-Húngaro. Israelita de nascimento, bebeu no lar paterno os preconceitos de sua raça contra o Carpinteiro de Nazaré. Frederico Figner não teve escola superior. Foi autodidata sem tempo nem calma para estudar, pois lutas econômicas em que desde a infância, no entanto, sua missão reclamava grandes conhecimentos e ele os revelou. Possuía e manejava com segurança línguas de três famílias: Eslavas, latinas e Germânicas. Adquiriu conhecimentos jornalísticos suficientes para colaborar num dos maiores diários do país. Figner possuía todas as grandes virtudes cristãs que mais enobrecem as almas privilegiadas por alto grau de progresso e tinha o espírito prático do homem moderno que sabe reunir Meios materiais para ajudar em grande escala uma divulgação das idéias os necessitados e. Esse conjunto raro de capacidades espirituais, intelectuais, sociais e materiais fez dele realmente um espírita modelar, dentro da vida social, em pleno século vinte.

RUA LEON DINIZ
Homenagem a Leon Denis


Léon Denis (Foug, 1 de janeiro de 1846 - Tours, 12 de Março de 1927) foi um filósofo espírita e um dos principais continuadores do espiritismo após a morte de Allan Kardec, ao lado de Gabriel Delanne e Camille Flammarion. Fez conferências por toda uma Europa em congressos internacionais espiritualistas e espíritas, defendendo ativamente a idéia da sobrevivência da alma e suas conseqüências no campo da ética nas relações humanas. Autodidata, TENDO mostrado Inclinações literárias e filosóficas, aos 18 anos travou contato com O Livro dos Espíritos e Tornou-se adepto da Doutrina Espírita. Desempenhou papel importante na enfrentando sua divulgação, as críticas do positivismo materialista, do ateísmo ea reação do Catolicismo. Foi ainda membro atuante da Maçonaria. Ao longo de sua vida Manteve estreita ligação com uma Federação Espírita Brasileira, Tendo sido aprovada por uma unaninimidade sua indicação para sócio distinto e Presidente Honorário da Instituição.

RUA LOMBROSO
Homenagem a CESARE LOMBROSO
Cesare Lombroso foi um professor universitário e criminologista italiano, nascido a 6 de novembro de 1835, em Verona. Tornou-se mundialmente famoso por seus estudos e teorias da caracterologia nenhum campo, ou a relação entre características físicas e mentais. Lombroso tentou relacionar Certas características físicas, tais como o tamanho da mandíbula, à psicopatologia criminal, ou uma tendência inata de indivíduos sociopatas e com comportamento criminal. Assim, a abordagem de Lombroso é descendente direta da frenologia, criada pelo físico alemão Franz Joseph Gall No começo do século IX e Estreitamente relacionada a dos outros campos da caracterologia e Fisiognomia (estudo das propriedades mentais a partir da fisionomia do indivíduo). Sua teoria foi cientificamente desacreditada, mas Lombroso tinha em mente chamar a atenção para uma importancia de estudos científicos da mente criminosa, um campo que se Tornou conhecido como antropologia criminal. Lombroso estudou na Universidade de Pádua, Viena, e Paris e foi posteriormente (1862-1876) professor de psiquiatria na Universidade de Pavia e medicina forense e higiene (1876), psiquiatria (1896) e antropologia criminal (1906) na Universidade de Turim. Foi também diretor de um asilo mental em Pesaro, Itália. Lombroso morreu em 19 de outubro de 1909, em Turim, Itália.

RUA MANOEL QUINTÃO
Homenagem a Manuel Justiniano Quintão de Freitas

Manuel Justiniano de Freitas Quintão, melhor conhecido apenas como Manuel Quintão (Valença, 28 de maio de 1874 - Rio de Janeiro, 16 de dezembro de 1955), foi um jornalista, escritor e médium espírita brasileiro. Na escola pública dessa localidade, Manuel Quintão fez o seu ensino primário, o único estudo que conheceu formal. Embora Calendari ambicionando no Colégio Naval para fazer carreira na Marinha do Brasil, como dificuldades da Família - agravadas pela abolição da escravidão no Brasil em 1888 - fizeram com que, aos 14 anos de idade, o pai o enviasse um tio um para trabalhar, Estabelecido no comércio de chapéus, em Belém do Pará. A saúde do jovem, com saudades do lar, ressentiu-se do clima equatorial, levando ao seu retorno ao Rio de Janeiro, seis meses depois. Uma Vez Mais Quintão não cogitou Calendari Colégio Naval, que um sonho Proclamação da República no Brasil, em 1889, liquidou de vez, principiando trabalhar como um "guarda-livros" no início de 1890. Auto-Didata, construiu vasta cultura humanística, sendo Émile Zola, Ernst Haeckel, Ernest Renan, Georg Büchner, Jean-Jacques Rousseau, Voltaire e Guerra Junqueiro os seus autores preferidos.

RUA MIRABELLI
Homenagem a Carmine Mirabelli

Carmine Mirabelli, também conhecido como Carlo Mirabelli ou Carlos Mirabelli (Botucatu, SP, 2 de janeiro de 1889 - São Paulo, SP, 30 de abril de 1951), foi um médium de efeitos físicos brasileiro. Carmine Mirabelli podia manifestar uma ampla gama de fenômenos, entre os Quais a levitação, materialização e desmaterialização de objetos. Acredita-se que muitos deles resultavam de suas Próprias Forças psíquicas, SEM O envolvimento de entidades espirituais. Mas também é sabido que Mirabelli conhecia alguns truques simples de prestidigitação.Embora na juventude o médium não conseguisse Controlar os fenômenos - objetos voavam ao seu redor, atingindo-o e aos circunstantes em muitas Ocasiões - quando ficou mais velho conseguia refrear o fluxo de suas psicobiofísicas Energias, Reduzindo os riscos. Faleceu por vítima de acidente de trânsito atropelamento,. Conduzido ao Hospital das Clínicas de São Paulo, veio a falecer sendo atestada uma fratura do seu crânio como "causa-mortis". O corpo foi sepultado no Cemitério São Paulo.

RUA VIANA DE CARVALHO
Homenagem ao Major Dr. Manuel Viana de Carvalho
Manuel Viana de Carvalho nasceu na cidade de Icó (Ceará) aos 10 de Dezembro de 1874, filho do professor Tomás Antônio de Carvalho, provecto educador cearense, professor da Escola Normal do Ceará, e de D. Josefa Viana de Carvalho. Concluindo o curso de engenharia militar, embarcou para Fortaleza em Abril de 1910. A 1 º. de Maio desse ano, iniciou uma série de conferências na "Loja Igualdade" e, logo depois (10 de Junho), instituiu o "Centro Espírita Cearense", criando o jornal "Lábaro" exclusivamente Doutrinário, eo "Combate", órgão de Contestação ao clero católico, que desencadeara violenta campanha contra o Espiritismo pelo "Cruzeiro do Norte". Transferências como conferências, proferidas nos salões das Lojas Maçônicas "e" Igualdade "Multidões Liberdade" atraíam, levantando, por isso, grande parte por oposição do clero alarmado. Algumas dessas conferências foram publicadas, em extratos, pela "Folha do Ceará". Travou-se ali polêmica VIVISSIMA, TENDO Viana de Carvalho defendido, sem repouso, o Espiritismo pelas colunas de "A República", do "Jornal do E" do Ceará "O Unitário", esta Folha Dirigida pelo jornalista fulgurante Cel. João Brígido dos Santos, que se tornara amigo do ardoroso tribuno espírita. Militar disciplinado, com reais serviços à Pátria e ao Exército Nacional, o Major Manuel Viana de Carvalho - o "Manu", como era tratado na intimidade dos seus familiares, ou o "Vianinha", no seio da confraria - Foi o grande paladino que Fez do Espiritismo uma bandeira sua, desfraldando-a por esses "Brasis afora" e defendendo-a com desassombro e galhardia.

RUA VINICIUS
Homenagem a Pedro de Camargo

Nascido no dia 7 de maio de 1878, na cidade de Piracicaba, Estado de S. Paulo, e desencarnado no dia 11 de outubro de 1966, na cidade de São Paulo. Não se pode fazer o Esboço Histórico do Espiritismo no Estado de S. Paulo, na primeira metade do século presente, sem levar em Consideração uma personalidade inconfundível de Pedro de Camargo, mais conhecido pelo pseudônimo de Vinícius. No ano de 1904, foi fundada em Piracicaba a primeira cidade da Instituição Espírita, com o nome de Igreja Espírita Fora da Caridade Não Há Salvação. Dentre os seus fundadores salientava-se a figura veneranda de João Leão Pitta. O Funcionamento dessa tradicional Instituição acarretou a esse pioneiro uma série de perseguições movidas por inspiração de outras entidades religiosas, chegando ao ponto de não conseguir nem mesmo um emprego, tão Necessário para o amparo de sua família, a qual ficou mais de um ano na eminência de completo desamparo. Vinícius também teve notória atuação nenhum campo da assistência social espírita, situando, entretanto, em primeiro plano o trabalho em prol do esclarecimento evangélico-Doutrinário, imprescindível à iluminação interior dos homens.

RUA DONA DICA
Homenagem a Benedita Cypriano Gomes.

Benedita Cipriano Gomes nasceu em 17 de janeiro de 1903 na Fazenda Mozondó à 40 km de Pirenópolis. Por volta de 7 anos de idade, Benedita, ou melhor Dica como era chamada, caiu enferma culminando com uma perda total de seus sinais vitais. Durante o banho do defunto, notou os familiares que Dica suava frio e muito. Com receio de enterra-la, mantiveram o velório e após três dias, Dica ressurgiu viva da morte eminente.Tal Fato espalhou-se pela região como um milagre. Romarias de fervorosos e crédulos roceiros migravam para pedir-lhe a benção e conseguir graças. Em poucos anos, já mocinha, Dica comandava Legiões de adoradores que seguiam suas ordens com sensação Devoção e em torno de sua casa formou-se povoado. Dica instituiu sistema de uso comum de solo e aboliu o uso genérico de dinheiro, fazia curas milagrosas, husice missas e dava conselhos. Pregava uma Igualdade, abolição de impostos, uma distribuição de terras. Dica para uma era de terra de propriedade do Criador e foi feita para todos. Em sua fazenda não existia cercas e todos os recursos, oferendas e colheitas era revertidos para a comunidade. Para suas curas milagrosas recebia Dica os espíritos do Dr. Fritz, da Princesa Silveira e de um Comandante. Esperava a vinda do Messias para uma libertação das pobrezas.Em e doenças 1928 casou com o jornalista carioca Mário Mendes, eleito prefeito de Pirenópolis em 1934, e Tiveram cinco filhos e mais dois Adotaram. O exército dos "pés com palha e pés sem palha" participou da Revolução Constitucionalista de 1932 indo guerrear, com 150 homens, em São Paulo onde voltou sem nenhuma baixa, resultado Atribuído aos milagres da santa. Episódio famoso foi quando seu exército precisava passar pela ponte de Jaraguá, em São Paulo. Esta estava minada e Dica mandou que um de seu soldados um atravessasse De Olhos Vendados, fato concluído sem detonar nenhuma bomba. E assim foi com uma tropa toda que um um Vendados um transpuseram uma ponte, que veio a roçar após passar o último soldado. Também teve Dica enfrentado uma Coluna Prestes. Com uma tropa de 400 homens impediu que os mesmos ingressassem pelo Triângulo Mineiro.

RUA MARIA VALDERREZ CONTI

RUA JOÃO GERMANO DA SILVA

RUA CABO ANTONIO PEREIRA DA SILVA

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ASSIM NASCEU UMA EQUIPE DE FUTEBOL...

O que relato a seguir foi extraído de informações obtidas em vários momentos, de muitos moradores do bairro do Jardim Tranquilidade, o que ocorreu durante muitos anos, em conversas informais com objetivo apenas de conhecer o que os Cidadãos tinham para contar.

Na realidade, precisar o início ou o fim de alguma coisa é uma tarefa das mais difíceis de se Executar. Por que as idéias vão se fortalecendo, os conhecimentos vão se aflorando, o querer eo acontecer estão separados por um lapso de tempo, menor ou maior, porém não se pode precisar o tamanho desta abertura.

No início da década de 50, século XX, um jovem veio morar no recém formado então Bairro Jardim Tranqüilidade, batizado como anteriormente Bairro Alan Kardec, bairro com forte apelo das convicções espíritas, como podemos ver até hoje em nome de ruas que lembram pessoas ligadas ao espiritismo. (Ao lado da foto R Viana de Carvalho de 1951 - extraída do Livro "Jardim Traqnuilidade - um bairro e suas lembranças de Maria Thereza Avelino Testone)

Quem era este jovem, senão o POSITIVO E SUA FAMILIA. Certa vez, conversando com ele, perguntei o porquê do apelido. Esclareceu que se Tratava de uma gíria muito usada na época em que se mudou para o bairro, que representava "ESTÁ TUDO BEM", e que sempre utilizava a palavra para se expressar, fácil entender então como acabou sendo conhecido pelo apelido.

Outra história interessante é a de Moacir Bengala, que foi um jogador muito conhecido. Indaguei Positivo O porquê de Moacir Bengala. Me contou que numa certa ocasião haviam marcado encontro no Centro de Guarulhos com algumas garotas, se arrumaram e foram ao ponto de ônibus perto da estação do trem (O Trenzinho da Cantareira, e que Adoniran Barbosa eternizou com sua composição "Trem das Onze"). Acontece que o Moacir ficou um pouco para traz, e correndo entre a fumaça expelida pelo ônibus, Positivo vendo o amigo correndo, como era magro, gritou - "Olha uma bengala correndo ...", pronto, foi o suficiente para o Moacir virar  Moacir Bengala.

Em conversas com antigos moradores do bairro, consegui depurar a história, a qual acredito ser o verdadeiro nascimento de uma equipe de futebol do Jardim Tranquilidade. Positivo, palmeirense de berço, seu irmão e outro amigo, o Borrachinha (que depois foi fotografo famoso na cidade de Guarulhos) resolveram montar um time de futebol, jogaria que suas partidas na Rua Cabo Antonio Pereira da Silva (antiga Rua Batuíra), exatamente Construído onde se encontra o Conjunto Habitacional Jardim das Petunias exatamente nenhum número 287. Devido ao Barro Preto do local, passou um ser denominado Campo do Barro Preto. E era preto mesmo, conheci este campinho de futebol pela década de 70, uma trave dava para a Rua Cabo Antonio ea outra fazia divisa com o grande muro que cercava o Sanatório Padre Bento (Hoje Complexo Hospitalar Padre Bento).

E assim, os amigos resolveram montar uma equipe de futebol, e para tanto tempo que tinham o batizar. Inicialmente, Adotaram o nome de Palmerinha. Jogavam de gorros, era uma tradição da época, em foto ao lado podemos ver Moacir Bengala (terceiro) com o referido Gorrinho e Positivo o último, ea formação era com o arqueiro em fila à frente, diferentemente de hoje com jogadores em pé e Agachados , guardando as fotos nas posições.


O que poderia ser uma diversão na época, principalmente em um bairro distante, e com difícil acesso? Evidente que o futebol estava incluso nas opções. Outra também, talvez a mais importante para o período, tenha Sido o GALPÃO, Próprios Construído pelos moradores e que abrigou peças de teatro, shows de música, festa de debutantes, eleições de Rainha, concorridos bailes, etc (Ao lado vemos Foto de Conjunto Musical se apresentado no "GALPÃO")


Para confeccionar o primeiro jogo de camisas, ganharam sacos de farinha, que foram alvejados pela sua mãe (Positivo), porém uma costura não caberia uma sua projenitora. Procuraram então um Dna.Guiomar, carioca de nascença que se prontificou camisas como confeccionar um, e acabou por sugerir que o time adotasse o nome de seu time de coração no Rio de Janeiro, o FLAMENGO, ocorreu assim, o tempo eo que começou como Palmerinha passou um ser conhecido como AA Flamengo. Fundado em 01 de junho de 1954, hoje em dia tendão como mascote o "Corvo". Ao final das contas, D Guiomar Pereira Xavier foi a primeira presidente do Clube Guarulhense. (Neste quesito foi mais rápido que o do Flamengo carioca só que agora em 2010 tem uma presidenta)

Quem poderia esperar que esta equipe pudesse trazer tantas glórias a cidade de Guarulhos, pois é assim. A equipe do AA Flamengo, foi a primeira equipe da cidade a chegar a Série A2 do Campenato Paulista de Futebol, e por duas Ocasiões esteve muito perto de Alcançar uma Divisão Especial. Isso só foi Possível pelas pessoas que lá estiveram e estão lá durante todos estes anos, uma glória para a cidade e para o bairro do Jardim Tranquilidade.

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A MUDANÇA DO CAMPO
Essa história me foi revelada pelo Prof. Laércio ( Lalá para os íntimos – José Aécio)

O campo, onde hoje se encontra o prédio da antiga empresa Renner – Tintas, que foi do AA Flamengo e SãoPaulino, era paralelo a av São Paulo, de um lado, e Rua Rio de Janeiro do outro lado. E durante muitos anos foi assim. As dificuldades eram muitas, a grande maioria ligada às questões financeiras, fardamentos, chuteiras e bolas de capotão, costuradas à mão, e quando chovia absorvia água e ficava muito pesada, adicione ainda o barro.


Bom, de um lado as balizas do gol davam para a rua que ligava a Av São Paulo à R Rio de Janeiro. Do outro lado, bom, aí estava o problema. Pois dava direto no quintal do seu Coelho. Era um problema quando a bola caia no seu quintal, a molecada subia no telhado, quebrava telhas, sem contar com a invasão de privacidade, e acredito que este tenha sido, talvez, o maior problema com o vizinho comedor de cenouras. E assim começa a guerra dos jogadores, torcedores e...molecada. Diria até que passou a ser uma diversão á parte, pular a cerca, fugir do cachorro, não ser pego pelo seu Coelho e devolver a bola para continuar o jogo de futebol. Quando este lado ganhava, pois se fosse o contrário, caso Seu Coelho pegasse a bola primeiro, bom... era uma provocação só : “- Vem aqui pegá...Seu moleque...” Quando isso ocorria, variavelmente a bola era toda furada.

FOTO - a esquerda vemos o campo antes da mudança e ao fundo as bananeiras do quintal do Seu Coelho


Depois de muito desentendimento a solução era só uma...mudar o campo, não de local, mas sim a sua posição. Então ficou assim: Uma trave voltada para a R Rio de Janeiro e a outra voltada para a Av. São Paulo, desta forma era muito mais difícil para que a bola caísse no quintal do seu Coelho.

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CRÔNICAS E PROSAS


ARTE DE RESULTADOS

Carlos José Fernandes Neto - 13/04/2011




Até o ponto em que minha memória não me deixa falsear, estou inserido no panorama da arte, no seu mais amplo e irrestrito significado, desde minha infância, me pego recriando cenas vistas na TV, do Circo e por ai afora, ou criando mini peças de fantoches. Pois, ora, podemos entender arte como uma maneira de fazer uma coisa segundo determinada regra, como por exemplo, as inseridas nos meios: militar, da oratória, das artes dramáticas, ou quaisquer outras aqui não mencionadas. Porem, classificar arte pelo modo em que se obtém êxito nos remete ao sucesso de qualquer empreitada, e, aparentemente podemos não entender como sucesso um resultado alcançado.
Tal discurso é necessário para que seja possível riscar um paralelo da arte na cidade de Guarulhos. Tínhamos então, na década de 70, tão e somente o teatro da Biblioteca Municipal para exaurir nossas expressões artísticas e culturais. Claro, o teatro do Colégio Conselheiro Crispiniano e o Guimarães Roda da FIG, mas municipal só mesmo o da biblioteca. A Semana de Arte e Cultura da Cidade era o ponto alto. Efervesciam pela cidade vários grupos de teatro amador, alguns, me lembro Perspectiva, TEG, e o do qual participava o Grupo de Teatro Amador Fênix. Posteriormente, mais para a segunda metade da década de 70, tivemos a Casa de Cultura Paulo Pontes na Vila Fátima, e da qual fomos chamados a participar, inclusive das discussões estatutárias e também da primeira eleição da chapa diretora.

Mas retornando a Semana de Arte e Cultura, tínhamos que ter o registro do Grupo de Teatro, o do Fênix por exemplo havia sido concedido pelo órgão da Censura Federal, e também a censura prévia da Censura Federal. Para se obter tal certificação, tínhamos que levar cópias do texto a ser apresentado, dados dos atores, agendar uma data para apresentação, buscar o censor na Polícia Federal em São Paulo, realizar a apresentação com todas as indumentárias a este senhor exclusivamente e depois levá-lo de volta.

Bom de posse destas “LICENÇAS” estava apto a nos inscrever para uma ou mais apresentações na Semana de Arte e Cultura. Em casos especiais, e porque já tínhamos relacionamento na secretária, conseguíamos uma perua Kombi, branca, para buscar atores e um lanche bem simples, não me recordo, mas acredito que não havia nenhum suco ou refrigerante. A Prefeitura confeccionava um cartaz grande com todas as apresentações da Semana e também uma quantidade de ingressos, e a divulgação ficava por nossa conta e risco. Nós por exemplo, corríamos as escolas estaduais (Escolas Municipais eram muito poucas), solicitando autorização aos diretores para uma rápida palavrinha em sala de aula, com intuito de divulgar o nosso trabalho.

Como não podia deixar de faltar, e o que era comum àquela época, chamar o público para discutir o tema do espetáculo após a apresentação. Isto era politicamente correto.

Agora que já evidenciamos os fatos, retorno a falação do início. Hoje na cidade, contamos com vários teatros e de espaços para que sejam possíveis as apresentações das mais variadas formas de arte e cultura. Funcultura, Pontos de Cultura, Pontões de Cultura, e muito mais, shows gratuitos com artistas consagrados, etc. Entendam, não estou aqui fazendo nenhum tipo de apologia, mas só enfatizando como foi a nossa arte e cultura, e o que pode ser possibilitado hoje em dia, onde se dispõe de mecanismos federais, estaduais e municipais que podem e devem ser utilizados em prol da arte e cultura.

Desta forma, observando os fatos, poderíamos entender que não houve nenhuma ação para aquele momento na década de 70, e que então o resultado foi bem aquém do desejado. Porem, hoje em dia, nos pegamos criticando, alegando que não é feito nada pela arte e pela cultura em nossa cidade. Resultado por resultado, puro e simples, não dá para discutir, os recursos de hoje são bem mais abastados. Podemos sim, discutir se a forma e os objetivos são os mais bem processados, mas para que isso possa acontecer há de existir uma discussão ampla e continua ao que concerne todo este escopo, e para isto é necessário a participação dos artistas e da população e suas maiores expressões, no esteio de sua identidade cultural.

As artes de uma forma geral emanam do povo e para este são dirigidas, não há hoje em dia um reinado e uma corte para que toda a produção artística seja direcionada, como na época medieval. Não podemos esquecer também, que geralmente confundimos estar com ser, eu estou no cargo, eu sou o fulano de tal, são coisas diferentes, mas que infelizmente os indivíduos confundem.

Muita coisa está sendo realizada em termos de Cultura neste país, e também nesta cidade. Há de se lembrar o grande avanço que obtivemos no primeiro governo dos trabalhadores, com uma secretaria atuante e objetiva. Agora, acredito que deva haver uma lapidação, no entanto, que não se perca o objetivo principal de fomentar e incentivar a cultura, e dizer não o paternalismo governamental. Que existam os meios, mas que de forma nenhuma haja alguma possibilidade de se tentar controlar o que é natural, que é o poder da criação.

Tia Ciata - "A Mãe do Samba"

"TIA CIATA", MÃE DO SAMBA...

" O samba é o mais belo documento da vida e da alma do povo brasileiro". (Rosane Volpatto-extraído do Texto SAMBA, SABOR DO BRASIL) Um grande abraço ao nosso patrono PAULINHO DA VIOLA. (Veja mais na página História do Samba)
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Pelo Fim da Ordem dos Músicos do Brasil !

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Paulinho da Viola- Entrevistado pelo programa Memória do Rádio

PAULINHO DA VIOLA - O Nosso Patrono

O Verso "Quando penso no futuro não esqueço meu passado" é creditado por Paulinho da Viola, em "Meu tempo é hoje", como sintese de sua obra, de sua vida. Recolhido de sua "Dança da Solidão"(72). (Pedro Alexandre Sanches - Folh aOn Line - 11/04/2003)

"Eu não costumo brigar com o tempo" afirma Paulinho da Viola (em 09/12/2004 - Folha On line)

"A música de Paulinho da Viola representa um universo particular dentro da cultura brasileira. Experimentá-la é reconhecer que a identidade cultural brasileira não é única, há sempre algo mais." (extraído do site de Paulinho da Viola)

A Obra de Paulinho da Viola já foi tema de livros, trabalhos acadêmicos, gravações e documentário. Em fase de finalizações, se encontra um Documentário realizado pela VideoFilmes com direção de Isabel Jaguaribe e roteiro de Zuenir Ventura. (Confira mais na página - PAULINHO DA VIOLA - Vídeos e muito mais)

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AGENDA CULTURAL DA PERIFERIA

A Ação Educativa é uma organização não governamental sem fins lucrativos que desenvolve a apóia projetos voltados para a educação e juventude, por meio de pesquisas, formação, assessoria e produção de informações. Mantém em sua sede o espaço de Cultura e Mobilização Social, aberto ao público, que promove regularmente atividades de formação, intercâmbio e difusão cultural. Vale a pena acessar : http://www.acaoeducativa.org.br/

Confira As Comunidades de SAMBA divulgadas.
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Samba do Sino comemora primeiro ano na noite de 15/12/2009 com história do samba

O Movimento Cultural Samba do Sino comemerou 01 ano de vida no último dia 15/12/2009, e presenteia os moradores da cidade com histórias que contam a evolução do samba no Brasil. A proposta nasceu com a idéia de resgatar esse pedaço da cultura popular. (Vanessa Coelho - Guarulhos Web 15/12/2009)