Samba do Sino

A Roda surge da necessidade em manter acesa a chama da Cultura Popular Brasileira, trazendo a tona histórias que são cantadas através de sambas tradicionais de todo o território nacional, da velha guarda aos novos compositores, pois o Samba Presente Não Esquece o Passado, deixando prevalecer o sotaque do samba paulista, do rural ao urbano. O Sino surge devido à dificuldade em encerrar o Samba às 22h, pois é realizado em bairro residencial. Surge a idéia de se utilizar um sino para indicar o final do samba. Ai começaram a dizer: –“Vamos naquele samba, aquele que o cara toca o Sino...” Assim acaba-se adotando o nome Samba do Sino. Houve a aceitação e respeito geral e assim se conveniou tocar o Sino para começar e para terminar o Samba.

PAULINHO DA VIOLA

Biografia Reduzida de Paulinho da Viola (extraído do site www.paulinhodaviola.com.br)


Filho do músico Cesar Faria, Paulinho da Viola cresceu num ambiente naturalmente musical. Na sua infância em Botafogo, bairro tradicional da zona sul do Rio de Janeiro onde nasceu em 12 de novembro de 1942, teve contado constante com a música através do pai, violonista integrante do conjunto Época de Ouro. Nos ensaios familiares do conjunto, Paulinho conheceu Jacob do Bandolim e Pixinguinha, entre muitos outros músicos que se reuniam para fazer choro e eventualmente cantar valsas e sambas de diferentes épocas.

Ao longo dos anos 70, Paulinho gravou em média um disco por ano, ganhou diversos prêmios e se apresentou por diversas cidades no Brasil e no mundo. Já nos anos 80, gravou mais quatros discos e manteve-se como um dos principais nomes do samba no país. Nos anos 90, entrou numa nova fase, onde a imprensa e os críticos passaram a vê-lo como um músico mais sofisticado e maduro. Mesmo sem perder seu apelo popular, Paulinho gravou um de seus mais importantes trabalhos, Bebadosamba e montou o espetáculo homônimo.


O trabalho de Paulinho hoje é visto como um elo entre diversas tradições populares como o samba, o carnaval e o choro, além de suas incursões em composições para violão e peças de vanguarda. Um dos maiores representantes do samba e herdeiro do legado de músicos como Cartola, Candeia e Nelson Cavaquinho mostra que está sempre se renovando e produzindo sem abandonar seus princípios e valores estéticos.
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"Eu não costumo brigar com o tempo", afirma Paulinho da Viola - Publicidade -da Folha de S.Paulo 09/12/2004 - 10h18

Veja abaixo a reflexão do cantor e compositor Paulinho da Viola sobre a pressa.

"Há um tempo cronológico baseado nos dados que temos dos ciclos da natureza, do sol e das marés, definido pela seleção desses fenômenos, mas de qualquer maneira é uma coisa subjetiva. Pode ser objetivo dividir o dia em 24 horas para você se situar. Esse é um tempo que a gente percebe e aceita.

O outro tempo eu acho mais complicado, que é relacionado à cultura como um todo. Eu tenho a sensação de que tudo o que eu vivi, tudo o que eu experimentei, está vivo em mim. Eu não vivo no passado, é o passado que vive em mim. Quando você se sensibiliza com uma obra feita há 300 anos, se ela lhe toca, lhe emociona, é porque ainda está viva. Tudo para mim é hoje e agora. Eu ouço obras do Pixinguinha e sei que elas foram feitas no século passado.Eu vivo aquilo. Ela não só me emociona, mas é como se fizesse parte do meu ser. Esse tempo é o tempo da minha vida.

E eu acho que essa vida não se esgota. Não posso falar nada sobre o depois, ninguém pode. Mas acho que a vida segue. A morte é só um detalhe na vida da pessoa, assim como o nascimento. Quando uma coisa não me interessa, não me toca, pra mim ela morreu."

Eu não costumo brigar com o tempo. Se briga muito com o tempo, principalmente, quando você quer ficar imutável, não quer envelhecer, não quer ter rugas, o cabelo fica branco e você quer pintar. Isso faz parte desse ciclo. Mas acho que a pessoa tem de cuidar da saúde. Não fazer loucuras para não perder a saúde. Falo de um tempo que não pode ser medido, que ninguém pode controlar. É daí que eu tentava explicar minha não-saudade. Eu sei respeitar os ciclos. Já perdi minha avó, que eu adorava, minha madrinha, que eu adorava. Às vezes eu fecho os olhos e é como se eu tivesse conversando com elas. Eu sei que não estão mais aqui, mas eu ouço as suas vozes. Elas estão vivas em mim."

Eu também tenho a sensação de que o tempo passa depressa. Não sei explicar isso, não. Eu sei que, quando eu era garoto, principalmente, eu achava que o tempo era muito grande. Hoje, eu já acho o contrário. O tempo passa realmente muito rápido. O ano já está acabando e é muito pouco. Eu quero controlar tudo e não há resistência física que agüente. O próprio corpo exige que você descanse. Muitas vezes, você abre muitas frentes e aí fica querendo resolver aquilo, depois tem que pular para outra." Paulinho da Viola, 62, é cantor e compositor.

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Morre aos 88 anos o violonista César de Faria, pai de Paulinho da Viola

Publicidade -21/10/2007 - 17h17 - Folha On Line
Morreu na noite de sábado, no Rio de Janeiro, o violonista César Faria, 88 anos, pai do músico Paulinho da Viola. Paulinho da Viola e César Faria (esq.), que morreu aos 88 anos, no Rio de Janeiro

O enterro acontece neste domingo na capela nove do Cemitério São João Batista, no bairro de Botafogo. Dono de uma carreira de quase sete décadas, Benedito César Ramos de Faria foi um dos protagonistas, com seu conjunto Época de Ouro, da "resistência" do choro na década de 60, quando outros estilos musicais --especialmente a bossa nova e o rock-- dominavam as atenções no Brasil. O Época de Ouro gravou discos elogiados com Jacob do Bandolim e, mesmo após o fim do grupo, o estilo elegante de Faria influenciou instrumentistas nas décadas seguintes.

César Faria participou de algumas turnês do filho. No entanto, devido à idade, ele vinha sendo substituído pelo neto, o também violonista João Rabello, como aconteceu nas gravações do recém-lançado "Acústico MTV" de Paulinho da Viola.

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O Paulinho da Viola de Meu Tempo é Hoje
Alexandre Petillo- Segunda-feira, 29/3/2004

Você escuta um estalo. Algo quebrou dentro do peito. Na tela grande, um close na boca gigantesca. A voz é conhecida, a música ainda mais. Marisa Monte entoa "Carinhoso", de Pixinguinha. Sim, é aquela, "meu coração/não sei por que...". É batida, já tocou milhares de vezes, mas não dá para evitar o nó na garganta e a taquicardia. A câmera só mostra a boca de Marisa durante quase toda a canção. Os olhos marejam. A voz de Marisa e o violão de Paulinho da Viola. Só.
E isso acontece lá pelo meio do filme. O coração já tinha ameaçado deixar o peito algumas vezes, mas você não está preparado. Nunca está. Meu Tempo é Hoje, documentário sobre a carreira e o cotidiano de Paulinho da Viola. É a intimidade de um astro tímido, as idiossincrasias de um gênio. É um dos mais belos filmes brasileiros já vistos e certamente o melhor filme de música produzido no Brasil.


Dirigido magistralmente por Izabel Jaguaribe – com roteiro e entrevistas de Zuenir Ventura – Meu Tempo é Hoje é poesia a cada polegada da película. Revela manias, joga sinuca, constrói alguma coisa em sua marcenaria, compra um livro raro. Coisas simples, prosaicas, mas que se transformam em poesia nas mãos de um homem que só sabe fazer bonito.


Paulinho atravessa a rua e entra em uma livraria. Lá, contente, recebe do livreiro o encomendado: o título do livro, "Saudade Brasileira". Paulinho se queixa: ele não sente saudade. Saudade e os efeitos do tempo são assuntos recorrentes no filme – assim como na obra musical de seu protagonista.


Paulinho da Viola - Meu Tempo É Hoje - Cápsula da Cultura

http://www.youtube.com/watch?v=zlNMLwUeoeU&feature=related

As teorias de Paulinho reinventam o tempo. Ele não sente saudades porque não vive no passado, mas sim o passado vive nele. "Meu tempo é hoje, vivo o agora", insiste Paulinho o tempo todo. Antes de tudo, é uma ode ao momento presente, à capacidade e à vontade que se deve ter em aprender a moldar, utilizar, viver o dia que se apresenta. Mas como seu chorinho, o filme de Paulinho não é melancólico. Passeia pela tristeza, pela alegria. É o mesmo homem que compôs "Sinal Fechado" e "Foi Um Rio Que Passou Em Minha Vida".
A leveza e a suave presença de Paulinho nos levam a um passeio pelo Rio, por histórias do samba, por telas maravilhosas de nossa música. Desse modo, transitamos da Barra da Tijuca ao bairro de Oswaldo Cruz. Passamos, de uma sessão refinada entre Marisa Monte e Raphael Rabello, para uma tarde rasgada, em Xerém, com Zeca Pagodinho, passando por uma peixada com samba com a Velha Guarda da Portela.

Os momentos, inclusive, que Paulinho passa com a Velha Guarda da Portela estão entre os mais emocionantes. Gênios da história da música popular brasileira, como Monarco, Argemiro do Patrocínio, Jair do Cavaquinho, entre outros, prestam reverência a Paulinho. Ele chega como um líder, como o escolhido. Mesmo sendo muito mais jovem, Paulinho é tratado como mestre entre os mestres. Quando cantam juntos, é de arrepiar. Monarco, inclusive, tem algumas das tiradas mais divertidas do filme, como quando explica que o samba afastou o amor da sua vida ("trabalhava na feira, depois ia beber e tocar, chegava em casa todos os dias depois das dez. Ela não aguentou") e da falta que faz a mulher no batuque ("samba sem mulher não tem graça. Vira só um bando de negão cantando").

Passam ainda pela tela, Sérgio Cabral, Marina Lima, Elton Medeiros, entre outros. Elton Medeiros faz milagres com uma caixinha de fósforo. Toca muito mais do que muitas bandas completas juntas. Meu Tempo é Hoje também relembra, em imagens preciosas, Pixinguinha, Cartola, Noel Rosa e Jacob do Bandolim.

A notória timidez de Paulinho é pouco notada. À vontade, ele nos apresenta a seus amigos de sinuca, a sua família. Fala de seus carros antigos que, ele mesmo, há de reformar. A pequena marcenaria é o xodó. A intimidade é tanta, que em alguns momentos você esquece que está no cinema e chega a se sentir na sala de estar de Paulinho. Você precisa se conter para não levantar a voz e fazer algum pergunta pra ele. É como se ele estivesse na sua frente. E está. Um exemplo vivo disso acontece quando, no aniversário de Paulinho, mulher e filhos estão sentados na sala, revelando manias esquisitas do homem. Como a vontade inesgotável de consertar tudo que encontra pela frente. É o gênio com jeito de homem comum.

A direção primorosa de Izabel comove. Ela capta as emoções instantâneas, os planos mais profundos. Mostra as cores do samba, as cores do Rio de Janeiro. O azul da Portela, o terno branco em silenciosa contraposição. Não há espaços vazios no filme.
"Só no cinema", como diz Zeca Pagodinho durante um samba na sua casa, em Xerém. Só no cinema. Cinema. Pelas mãos geniais de Paulinho da Viola, pela suavidade de seu ser, pela música espetacular, pela câmera de Izabel, Meu Tempo é Hoje é cinema, como não se vê há tempos. É cinema de verdade. Te faz sentir saudades, mesmo que Paulinho da Viola não aprove isso.
O melhor filme de música já feito em terras brasileiras.

Nota do Editor - Texto originalmente publicado no recém-inaugurado site Laboratório Pop. (Reproduzido aqui com a devida autorização do autor.)

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Meu Tempo é Hoje

As músicas que estão no filme de Paulinho da Viola- Click no Link para assistir os vídeos:

Bebadosamba (Chamamento) (Paulinho da Viola)
Meu Mundo é Hoje (Wilson Batista e José Batista)-

Cochichando (Pixinguinha, João de Barro e Alberto Ribeiro)

Choro de Memórias (Paulinho da Viola)

14 Anos (Paulinho da Viola)

Recado (Paulinho da Viola e Casquinha)

O Sol Nascerá (Elton Medeiros e Cartola)

Jurar com Lágrimas (Paulinho da Viola)

Passado de Glória (Monarco)

De Paulo da Portela a Paulinho da Viola (Monarco e Francisco Santana) -

Pecadora (Joãozinho da Pecadora e Jair do Cavaquinho)

Carinhoso (Pixinguinha e João de Barro)-

Retiro (Paulinho da Viola)

Choro Negro (Paulinho da Viola e Fernando Costa)

Argumento (Paulinho da Viola)

Pra Fugir da Saudade (Paulinho da Viola

Coisas do Mundo, Minha Nêga (Paulinho da Viola)

Sinal Fechado (Paulinho da Viola)


Ruas que Sonhei (Paulinho da Viola)

Não Quero Você Assim (Paulinho da Viola)

Dança da Solidão (Paulinho da Viola)

Rosinha, essa Menina (Paulinho da Viola)

Chora Cavaquinho (Dunga) –

Pelos Vinte (Paulinho da Viola e Sérgio Natureza)

Filosofia (Noel Rosa)

Conflito (Marcos Diniz e Barbeirinho do Jacarezinho)

No Pagode do Vavá (Paulinho da Viola)

É um Calo Só (Gordurinha)

Amor e Cia Ltda (José Carlos da Rocha Sobrinho e Anatalício Rodrigues da Silva

Foi um Rio que Passou em Minha Vida (Paulinho da Viola)

Um Sarau para Raphael (Paulinho da Viola)
http://www.youtube.com/watch?v=P0lHM5Cp0CY


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Assista alguns vídeos com Paulinho da Viola, é só dar um click nos links:
Paulinho da Viola - Sinal Fechado (1969) - V Festival da MPB
http://www.youtube.com/watch?v=w9JWuQPeaW0&feature=related

Fantástico Musical - Paulinho da Viola e Clara Nunes (1976)
http://www.youtube.com/watch?v=nGQRJZtnXh8&feature=related

Maria Bethânia e Paulinho da Viola - Rosa Maria
http://www.youtube.com/watch?v=MpaNVNZDwsE&feature=related

Paulinho da Viola - Arquivo - Trama/Radiola 20/10/08
http://www.youtube.com/watch?v=6c64SRiUJEQ&feature=fvw

Paulinho da Viola - Foi Um Rio que Passou em Minha Vida
http://www.youtube.com/watch?v=N-6SMDK-jCo&feature=related

Paulinho da Viola e Velha Guarda da Portela
http://www.youtube.com/watch?v=m426i6sTZYg&feature=related

Memórias do Carnaval - Portela
http://www.youtube.com/watch?v=R2E6UBgj1tU&NR=1

Marisa Monte, Paulinho da Viola & Rafael Rabelo
http://www.youtube.com/watch?v=F4_HTlD8LR4&feature=related

Marisa Monte e Paulinho da Viola - Dança da Solidão
http://www.youtube.com/watch?v=s9DaltKYEkU&feature=related

Paulinho da Viola – Filosofia
http://www.youtube.com/watch?v=-VR0mmuacW4&NR=1

Preconceito - Paulinho da Viola, Chico Buarque e Caetano
http://www.youtube.com/watch?v=hHpf4kRIbPo&feature=relate

Paulinho da Viola canta "Nervos de aço"
http://www.youtube.com/watch?v=-pvw7Ys7o1Q&feature=related

Elizeth Cardoso, Cartola e Paulinho da Viola juntos.
http://www.youtube.com/watch?v=jQQ_xWLDxAw&feature=related

PAULINHO DA VIOLA - Pecado Capital
http://www.youtube.com/watch?v=gdfXWaK7u2A&feature=related
Timoneiro Paulinho da viola
http://www.youtube.com/watch?v=VKzpytpVbfU&feature=related

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Letra da Música

Memórias de Um Sargento de Milícias
Paulinho da Viola – Primeiro samba Enredo de Paulinho para a Portela

Era o tempo do rei
Quando aqui, chegou
Um modesto casal feliz pelo recente amor
Leonardo, tornando-se meirinho
Deu a Maria Hortaliça um novo lar
Um pouco de conforto e de carinho
Dessa união, nasceu
Um lindo varão
Que recebeu o mesmo nome do seu pai
Personagem central da história que contamos neste carnaval
Mas um dia Maria
Fez a Leonardo uma ingratidão
Mostrando que não era uma boa companheira
Provocou a separação
Foi assim que o padrinho passou
A ser do menino tutor
A quem lhe deu toda dedicação
Sofrendo uma grande desilusão
Outra figura importante em sua vida
Foi a comadre parteira popular
Diziam que benziam de quebranto
A beata mais famosa do lugar
Havia nesse tempo aqui no Rio
Tipos que devemos mencionar
Chico Juca, era mestre em valentia
E por todos se fazia, respeitar
O reverendo amante da cigana
Preso pelo Vidigal
O justiceiro
Homem de grande autoridade
Que à frente dos seus granadeiros
Era temido pelo povo da cidade
Luisinha primeiro amor
Que Leonardo conheceu
E que Dona Maria, a outro como esposa concedeu
Somente foi feliz
Quando José Manuel
Morreu
Nosso herói
Novamente se apaixonou
Quando com sua viola
A mulata Vidinha, esta singela modinha cantou:
Se os meus suspiros pudessem
Aos seus ouvidos chegar
Verias que uma paixão
Tem o poder de assassinar.. Experimentá-la é

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Tia Ciata - "A Mãe do Samba"

"TIA CIATA", MÃE DO SAMBA...

" O samba é o mais belo documento da vida e da alma do povo brasileiro". (Rosane Volpatto-extraído do Texto SAMBA, SABOR DO BRASIL) Um grande abraço ao nosso patrono PAULINHO DA VIOLA. (Veja mais na página História do Samba)
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Pelo Fim da Ordem dos Músicos do Brasil !

Abaixo-Assinado Eletrônico pelo direito ao livre exercício da profissão de músico:

Participe você também, leia matérias neste blog.

Para assinar eletrônicamente:

http://www.carlosgiannazi.com.br/fale_conosco/abaixo-assinado-omb.htm

Paulinho da Viola- Entrevistado pelo programa Memória do Rádio

PAULINHO DA VIOLA - O Nosso Patrono

O Verso "Quando penso no futuro não esqueço meu passado" é creditado por Paulinho da Viola, em "Meu tempo é hoje", como sintese de sua obra, de sua vida. Recolhido de sua "Dança da Solidão"(72). (Pedro Alexandre Sanches - Folh aOn Line - 11/04/2003)

"Eu não costumo brigar com o tempo" afirma Paulinho da Viola (em 09/12/2004 - Folha On line)

"A música de Paulinho da Viola representa um universo particular dentro da cultura brasileira. Experimentá-la é reconhecer que a identidade cultural brasileira não é única, há sempre algo mais." (extraído do site de Paulinho da Viola)

A Obra de Paulinho da Viola já foi tema de livros, trabalhos acadêmicos, gravações e documentário. Em fase de finalizações, se encontra um Documentário realizado pela VideoFilmes com direção de Isabel Jaguaribe e roteiro de Zuenir Ventura. (Confira mais na página - PAULINHO DA VIOLA - Vídeos e muito mais)

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AGENDA CULTURAL DA PERIFERIA

A Ação Educativa é uma organização não governamental sem fins lucrativos que desenvolve a apóia projetos voltados para a educação e juventude, por meio de pesquisas, formação, assessoria e produção de informações. Mantém em sua sede o espaço de Cultura e Mobilização Social, aberto ao público, que promove regularmente atividades de formação, intercâmbio e difusão cultural. Vale a pena acessar : http://www.acaoeducativa.org.br/

Confira As Comunidades de SAMBA divulgadas.
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Samba do Sino comemora primeiro ano na noite de 15/12/2009 com história do samba

O Movimento Cultural Samba do Sino comemerou 01 ano de vida no último dia 15/12/2009, e presenteia os moradores da cidade com histórias que contam a evolução do samba no Brasil. A proposta nasceu com a idéia de resgatar esse pedaço da cultura popular. (Vanessa Coelho - Guarulhos Web 15/12/2009)